Se você não acorda cedo, nunca conseguirá ver o sol nascendo. Se você não reza, embora Deus esteja sempre perto, você nunca conseguirá notar sua presença.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Comece bem sua semana!!!
Se você não acorda cedo, nunca conseguirá ver o sol nascendo. Se você não reza, embora Deus esteja sempre perto, você nunca conseguirá notar sua presença.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Prece Espírita
Senhor!
Enquanto vibram as emoções festivas e muitos homens se banqueteiam, evocando aquele Natal que Te trouxe à Terra, recolhemo-nos em silêncio para orar.
Há tanta dor no mundo Senhor!
Os canhões calam os seus troares, momentaneamente, as bombas destruidoras cessam de cair por alguns instantes, nos países em guerra, enquanto nós oramos.
Pelos que mercantilizam vidas, fomentando conflitos e guerras outras; pelos que exploram as populações esfaimadas sob leis impiedosas e escravizantes;
Pelos que desvirtuam moçoilas e rapagotes inexperientes, deslumbrados com o fastígio mentiroso da ilusão; pelos que difundem a literatura perversa e favorecem a divulgação da criminalidade;
Pelos que fazem enlouquecer, através dos processos escusos, decorrentes da cultura que perverte mentes e corações;
Pelos que enriquecem com as moedas adquiridas mediante o infanticídio hediondo;
Pelos que dormem para a dignidade e sorriem nos pesadelos da inércia moral, que os invadem! Senhor!
Diante das crianças tristonhas e dos velhinhos estropiados, dos enfermos ao abandono e dos atormentados à margem da sociedade, lembramo-nos de rogar por todos eles, mas não nos esquecemos de Te suplicar pelos causadores da miséria e do infortúnio.
"Não sabem o que fazem!" - perdoa-os Senhor!
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
O bem e o mal
Impossível fazer o mal e não ser penalizado. Para quem é atingido, muitas vezes a extensão é duradoura e dolorida. Para quem atinge, o retorno é implacável. Cega-nos o entendimento da origem da maldade. De onde vem? Por quê?
Uma incógnita paira no ar.
O homem tem o livre arbítrio de escolhas. Então por que optar pelo mal? Diante dele desfilam infinitas oportunidades de fazer o bem.
O Universo responde às manifestações humanas. É a Lei do retorno. Assim como fazer o bem. É leve, relevante, educativo, instrui, enobrece, empreende.
domingo, 6 de novembro de 2011
SER CHIQUE SEMPRE - GLÓRIA KALIL
Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como nos dias de hoje.
A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas.
Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro Italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é ser discreto.
Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
É evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador.
É lembrar-se do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais!
Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor.
É "desligar o radar", "o telefone", quando estiver sentado à mesa do restaurante, prestar verdadeira atenção a sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
Chique do chique é não se iludir com "trocentas" plásticas do físico... quando se pretende corrigir o caráter: não há plástica que salve grosseria, incompetência, mentira, fraude, agressão, intolerância, ateísmo...falsidade.
Mas, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de o quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo,
vamos todos terminar da mesma maneira, mortos sem levar nada material deste mundo.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem, que não seja correta.
Lembre-se: o diabo parece chique, mas o inferno não tem qualquer glamour!
Porque, no final das contas,
chique mesmo é Crer em Deus!
Investir em conhecimento pode nos tornar sábios... mas, Amor e Fé nos tornam humanos!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Tributo a um grande amigo
Matosinhos ainda chora! E eu também!
Antônio Magalhães Pinto. Impossível esquecer um amigo assim! Há quase dois meses ele nos abandonou. Partiu sem avisar. Como num sopro.
Hoje, quatro de novembro é seu aniversário.
Nesses anos todos, quantos cumprimentos recebeu!
Não tive o prazer de fazê-lo pessoalmente. Apenas por email.
Há quatro anos ganhei esse amigo. Há dois meses estou mais pobre devido a falta de seus textos, sua criatividade como blogueiro, seu ilibado gosto pela música de qualidade, sua sensibilidade, sua fidelidade como amigo, sua excelência como escritor.
Tony Magalhães, assim eu o chamava. Jamais te esquecerei!!!
Matosinhos - Cidade do Porto - Portugal
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Dia de Finados
O Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram.
É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca.
É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre.
Desde o século 1º, os cristãos rezam pelos falecidos; costumavam visitar os túmulos dos mártires nas catacumbas para rezar pelos que morreram sem martírio.
No século 4º, já encontramos a Memória dos Mortos na celebração da missa. Desde o século 5º, a Igreja dedica um dia por ano para rezar por todos os mortos, pelos quais ninguém rezava e dos quais ninguém se lembrava.
Desde o século XI, os Papas Silvestre II (1009), João XVIII (1009) e Leão IX (1015) obrigam a comunidade a dedicar um dia por ano aos mortos.
Desde o século XIII, esse dia anual por todos os mortos é comemorado no dia 2 de novembro, porque no dia 1º de novembro é a festa de "Todos os Santos".
O Dia de Todos os Santos celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados.
O Dia de Todos os Mortos celebra todos os que morreram e não são lembrados na oração.
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Uma obra de arte
Nunca faça uma mãe chorar porque Deus conta suas lágrimas.
Ela é o anjo guardião que foi escolhido para tomar conta de seus filhos.
Deus precisava de alguém de muita confiança para executar seu projeto. E ninguém com mais talento para executá-lo.
Necessitava de alguém que se disponibilizasse para um plantão de vinte e quatro horas.
Com muita dedicação teria de abdicar seus melhores passeios, teria de diminuir seu tempo como mulher para se entregar de corpo e alma ‘a tarefa outorgada.
Teria que chorar e insônia quando um filho demorasse para retornar à casa.
Para a mãe não tem filho especial. Especial é aquele que num momento exato vai precisar muito dela.
“Deus não pode estar em todos os lugares e por isso fez as mães." (Ditado judaico)
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
A forma de falar a verdade
"Certa vez, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes.
Ele acordou assustado e mandou chamar um sábio para que interpretasse o sonho.
"Que desgraça, senhor!", exclamou o sábio.
"Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade!"
"Mas que insolente!", gritou o sultão.
"Como se atreve a dizer tal coisa?!"
Então, ele chamou os guardas e mandou que lhe dessem cem chicotadas.
Mandou também que chamassem outro sábio para interpretar o mesmo sonho.
O outro sábio chegou e disse:
"Senhor, uma grande felicidade vos está reservada!
O sonho indica que ireis viver mais que todos os vossos parentes!"
A fisionomia do sultão se iluminou, e ele mandou dar cem moedas de ouro ao sábio.
Quando este saía do palácio, um cortesão perguntou ao sábio:
"Como é possível? A interpretação que você fez foi a mesma do seu colega!!!
No entanto, ele levou chicotadas e você, moedas de ouro!"
Respondeu, então, o sábio:
"Lembre-se sempre, amigo, tudo depende da maneira de dizer as coisas..."
Esse é um dos desafios em nossos relacionamentos.
Desafio para as lideranças, para os educadores, para todos nós: a maneira de dizer as coisas, porque as palavras têm força, têm poder.
Elas podem gerar felicidade ou desgraça, moedas de ouro ou chicotadas, paz ou guerra.
A verdade deve ser dita, mas a forma como é feita pode fazer toda a diferença.
Que aprendamos a pronunciar palavras que elevam, que tocam no coração, que transformam e que possibilitam uma convivência melhor nas famílias, nos grupos de amigos e nas equipes de trabalho!
sábado, 22 de outubro de 2011
Hoje é domingo!!!
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Outros valores
Somos reféns da modernidade. Já nos adaptamos com a correria do dia a dia.
Poucos diálogos. Muito consumismo. Um abuso constante do ter.
Cidissima
terça-feira, 18 de outubro de 2011
18 de outubro - Dia do Médico
Todas as profissões têm seu valor e merecem créditos por parte da população.
Mas quando se trabalha com o corpo humano, a responsabilidade é muito maior.
Se um motor de carro não responde às expectativas do mecânico, faz-se novas revisões, mas um médico quando clinica um paciente, nada pode dar errado. É uma vida preciosa. É um perigo que se avizinha.
Nossas homenagens aos homens da saúde.
Sempre, aconteça o que acontecer, o médico, por estar tão próximo ao paciente, por conhecer tanto o mais profundo de sua psique, por ser a imagem daquele que se acerca da dor e a mitiga, tem uma tarefa muito importante, de muita responsabilidade. (Che Guevara)
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Aos idosos com carinho
O abandono dos idosos é a somatória do desprezo familiar com a displicência dos órgãos sociais.
É muito grande o número de velhinhos solitários sem uma atenção específica.
Eles tiveram uma vida próspera, anos de trabalho, mãos cansadas, suor doído para nunca faltar alimento em casa.
Para à família, declara-se como dissimulada.
Filhos esclerosados!
Para os órgãos sociais, o desprezo! A indignação de quem uma vida toda pagou seus impostos. Declarou seus ganhos – diga-se de passagem, ínfimos demais. Cumpriu seus deveres dignamente.
Quando os idosos chegam na melhor idade, não encontram suporte.
São execrados pela sorte, pela intolerância senil, pelo antagonismo de gerações.
Cidissima
sábado, 15 de outubro de 2011
15 de outubro - Dia do Professor
"Brincar com crianças não é perder tempo, é ganhá-lo; se é triste ver meninos sem escola, mais triste ainda é vê-los sentados enfileirados em salas sem ar, com exercícios estéreis, sem valor para a formação do homem."
( Carlos Drummond de Andrade )
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
12 de outubro - Dia de Nossa Senhora Aparecida - Padroeira do Brasil
Em 1928, o Papa Pio XI batizou Nossa Senhora Conceição de Aparecida como rainha e padroeira do Brasil. Mas somente em 1954 que a santa passou a ser homenageada.
A devoção à santa vem de longa data. Mais precisamente em 12 de outubro de 1717, quando três pescadores, Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves, após jogarem suas redes no rio Paraíba, pescaram a imagem da santa. Um sinal para a farta pescaria que viria a seguir.
A imagem em madeira media 40 cm de comprimento. Felipe guardou a imagem em sua casa, onde recebeu várias pessoas que queriam ver Nossa Senhora e fazer orações e novenas. Cinco anos depois, ao se mudar para outro bairro, ele deu a imagem a seu filho Athanásio, e pediu que a guardasse.
Na casa de Athanásio, foi construído um altar de madeira onde todos os sábados ele e os vizinhos rezavam um terço em sua devoção. Neste altar, os fiéis acreditam que Nossa Senhora fez seu primeiro milagre, apagando duas velas no momento da reza. Os presentes ainda tentaram reacendê-las mas não conseguiram.
O SANTUÁRIO
Em 1735, o vigário da cidade de Guaratinguetá construiu uma capela no Morro dos Coqueiros aberta à visitação pública. Mas o número de fiéis aumentava ano após ano, o que exigiu a construção de um basílica, localizada na cidade de Aparecida, em São Paulo.
Em 1717 foi encontrada por pescadores, no rio Paraíba, uma imagem da Senhora da Conceição. Primeiro encontraram o corpo sem cabeça e logo após, a cabeça. O pescador Filipe Pedroso guardou a imagem em sua casa, onde passou a ser venerada pela família e por demais pessoas. Com o tempo, foram sendo atribuídos imagem, diversos milagres.
A devoção foi crescendo e com o passar do tempo a imagem foi sendo chamada pelo povo de Senhora da Conceição Aparecida. Seu escultor foi, com grande probabilidade, Frei Agostinho de Jesus OSB por volta de 1650, em Sant’Ana do Parnaíba. Supõe-se que alguém, por estar a imagem quebrada, lançou-a às águas do rio.
Em 1741 iniciou-se a construção de uma igreja nova para veneração e culto imagem. Em 1888 foi terminada pelo Frei Monte Carmelo OSB e inaugurada solenemente pelo então bispo de São Paulo, D. Lino Deodato.
A importância da figura de Maria na Igreja, prende-se à importância do papel que ela teve na história da salvação, particularmente importante no mistério da encarnação junto ao Messias: mãe. Discreta durante o nascimento do Redentor, foi também uma presença discretíssima durante a vida pública de Jesus. Quantos fatos ela apenas “guardava em seu coração”!
E finalmente nos é dada como mãe, pelas palavras do próprio Salvador. Maria, repleta dos dons do Espírito Santo, mãe da Igreja, prolonga sua preciosa presença até o fim dos tempos, derramando sobre os membros de Cristo as graças que possui em plenitude.
A presença de Maria é um fio de ouro encontrado no tecido da história da salvação. Daí os cristãos, desde o início da Igreja reconhecerem a grandiosidade desta figura e prestarem culto a Deus através dos mais importantes momentos da vida de Maria e suplicarem sem cessar sua intercessão.
Desde o descobrimento do Brasil cultiva-se aqui a devoção de Nossa Senhora.
Os portugueses descobridores do país tinham-na aprendido e usado desde a infância; os primeiros missionários recomendavam e propagavam-na.
Aonde se fundavam cidades, construíram-se igrejas em honra de Nossa Senhora Aparecida e celebravam-se com grandes solenidades as suas festas.
Foi certamente em recompensa desta constante devoção que a Virgem Santíssima quis estabelecer no Brasil um centro de sua devoção, um trono de graças, um santuário em nada inferior aos grandes santuários de outros países.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
De batom vermelho no trabalho - Luiz Felipe Pondé
Muitas leitoras me perguntam se sou contra a emancipação feminina. Como alguém pode ser contra uma mulher fazer o que quiser da vida e se desenvolver livremente? Ser contra a emancipação feminina é como ser contra aviões ou computadores.
O que leva muitas leitoras a pensarem que sou contra a emancipação feminina é porque não poupo o feminismo de seus excessos teóricos e de sua desmedida negação ideológica dos sofrimentos que a emancipação causou.Não acredito na afirmação de que a sexualidade seja mero fenômeno social (teoria de gênero na sua versão hard), sou darwinista até a última gota de sangue: acho que nossas fêmeas (não apenas elas) carregam sobre suas almas o peso de milhares de anos de adaptação a condições específicas de cada sexo.
Por exemplo, para que serviria um macho chorão e covarde, em meio à savana africana, se escondendo atrás de “sua” fêmea grávida, no momento em que um predador fosse comê-los como janta? Para nada.
Provavelmente as mais inteligentes se recusaram a reproduzir com tais frouxos. E elas legaram às suas filhas essa percepção aguda contra o macho fracassado.
Resultado, as fêmeas da espécie não suportam homens pobres, fracassados e deprimidos, mesmo que mintam por aí dizendo o contrário, porque ficou bonitinho mentir para deixar todo mundo feliz.
O pensamento público hoje em dia flerta com o jardim da infância. A mentalidade de classe média (covarde e mesquinha) devora a inteligência viril.
Lembro quando estava na sétima série do então “ensino fundamental”, por volta de 1974. Estudava num colégio da elite branca de Salvador. Colégio jesuíta, que só tinha meninos. Naquele ano, os padres colocaram quatro meninas em cada classe. No ano seguinte, mais quatro. No seguinte, a sala estava cheia de meninas, todas lindas, pelo que me lembro. Com seus cabelos longos e cacheados.
Foi uma mudança cósmica. Novas hierarquias foram criadas. Os hábitos mudaram, passamos a brigar menos no recreio, não só o futebol contava, mas também com quem as meninas falavam. Quem comia o lanche com uma delas estava no paraíso.
Quem ganhava um sorriso de uma delas virava celebridade. Grande parte dos meninos morria de medo de falar com elas. Chegar perto era um ato heroico porque a indiferença era como a morte.
Os grupos de trabalho em classe disputavam cada uma delas. Grupos só de meninos eram a assinatura do fracasso.
É assim que vejo a emancipação feminina: um presente para nosso cotidiano, na escola, no trabalho, nos aeroportos, nos congressos, nas ruas. Com suas saias, calças justas, saltos altos, batons vermelhos, elas pintam nosso cotidiano com o desejo. E, com o desejo, o clássico inferno da insegurança de cada um de nós.
Imagino o horror que era trabalhar numa universidade onde todo o corpo docente fosse apenas de homens e as classes fossem cheias de rapazes. Que tédio.
Ou uma empresa onde apenas homens trabalhassem. Como seria uma reunião sem uma colega de pernas lindas resolvendo problemas sérios com um toque de charme inigualável? Claro, as mais chatinhas me acusarão de machista quando pareço “defender” a emancipação feminina porque gosto de ver o mundo do trabalho cheio de saias curtas e batons vermelhos. Podem achar, não ligo para o que elas pensam. Dirão que sou um egoísta. Será culpa da minha mãe?
O erro das mais chatinhas está em supor que a percepção da beleza feminina implica em exclusão da percepção da capacidade feminina. Não, a beleza feminina torna a parceria com as mulheres no trabalho um oásis em meio ao deserto da violência profissional cotidiana.
Outro erro é não perceber o escopo da beleza feminina no cotidiano do trabalho. A beleza feminina inclui uma série de fatores que vai do corpo à voz doce ao dizer “bom dia”, das ancas à forma sutil com que elas enxergam coisas para as quais os homens são cegos, surdos e mudos, da “intuição feminina” ao erótico de ter “um chefe” mulher.
A vida sem Eros é uma vida menor. Um mundo só de homens é em branco e preto. Prefiro o batom vermelho na boca à burca no corpo.
Luiz Felipe Pondé
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
A boa conduta
A ordem significa respeito ao próximo. Respeito às leis, aos horários de silêncio. Significa ter um comportamento digno e não ultrapassar a liberdade do outro.
A ordem começa dentro de casa. Pais orientando e filhos respeitando. Pais dando exemplos e filhos copiando.
A ordem começa por aí. Filhos colaborando em casa, guardando seus pertences, mantendo em perfeita harmonia e higiene seu próprio quarto.
Conhecendo este primeiros socorros de civilidade, com certeza, terão condições de viver numa sociedade maior.
E a simplicidade? É um grande fator para encerrar este ciclo: simplicidade/ordem.
A falta de simplicidade gera diferenças. Transmite desordens.
Ambientes simples e onde a humildade impera, a beleza física não é notada. O que reluz realmente é o brilho da alma.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
A ação da amizade
A amizade é o sentimento que imanta as almas umas às outras, gerando alegria e bem-estar.
A amizade é suave expressão do ser humano que necessita intercambiar as forças da emoção sob os estímulos do entendimento fraternal.
Inspiradora de coragem e de abnegação. a amizade enfloresce as almas, abençoando-as com resistências para as lutas.
Há, no mundo moderno, muita falta de amizade!
O egoísmo afasta as pessoas e as isola.
A amizade as aproxima e irmana.
O medo agride as almas e infelicita.
A amizade apazigua e alegra os indivíduos.
A desconfiança desarmoniza as vidas e a amizade equilibra as mentes, dulcificando os corações.
Na área dos amores de profundidade, a presença da amizade é fundamental.
Ela nasce de uma expressão de simpatia, e firma-se com as raízes do afeto seguro, fincadas nas terras da alma.
Quando outras emoções se estiolam no vaivém dos choques, a amizade perdura, companheira devotada dos homens que se estimam.
Se a amizade fugisse da Terra, a vida espiritual dos seres se esfacelaria.
Ela é meiga e paciente, vigilante e ativa.
Discreta, apaga-se, para que brilhe aquele a quem se afeiçoa.
Sustenta na fraqueza e liberta nos momentos de dor.
A amizade é fácil de ser vitalizada.
Cultivá-la, constitui um dever de todo aquele que pensa e aspira, porquanto, ninguém logra êxito, se avança com aridez na alma ou indiferente ao elevo da sua fluidez.
Quando os impulsos sexuais do amor, nos nubentes, passam, a amizade fica.
Quando a desilusão apaga o fogo dos desejos nos grandes romances, se existe amizade, não se rompem os liames da união.
A amizade de Jesus pelos discípulos e pelas multidões dá-nos, até hoje, a dimensão do que é o amor na sua essência mais pura, demonstrando que ela é o passo inicial para essa conquista superior que é meta de todas as vidas e mandamento maior da Lei Divina.
Joanna de Angelis
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Consciência
É possível sim mudar o rumo das coisas, mudar o comportamento do homem, voltar às origens onde a consciência era leve, sem retoques, sem máscaras.
É possível sim começar a desapegar das doenças materiais, espirituais, buscar desafios em outras idéias, outras filosofias.
É possível sim exterminar os vícios diários da mesmice, consumismo, individualidade, negligência, omissão das dores humanas.
É possível sim ter consciência dos deveres, do comportamento, da liberdade de expressão, das tarefas, da unidade de coesão, da igualdade da legalidade.
E tudo isso nos é legado quando a educação traça um limite entre o permitir e o ser respeitado.
"A consciência é o melhor livro de moral e aquele que menos se consulta”.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Certas lembranças perduram para sempre
O medo, a opressão, o desprezo, a fome, a miséria, a violência, a negligência.
Lancetadas desumanas, impressões digitais marcadas num corpo impúbere.
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
14 de setembro - O Dia Da Cruz
A cruz é um dos maiores símbolos da Igreja Católica, pois é a memória permanente do sacrifício de Cristo no calvário e da salvação que ele alcançou.
Os católicos também fazem o sinal da cruz para evocar o Pai (Deus), o Filho (Jesus) e o Espírito Santo para iniciar uma oração, quando se encontram diante de um altar, em um velório, em frente a um cemitério, em momentos difíceis ou em um lugar sagrado. É o sinal da identidade dos católicos.
O uso da cruz, com ou sem o corpo de Jesus, é uma declaração de fé e ao mesmo tempo uma forma de oração sem palavras. A Igreja não recomenda que a cruz seja usada apenas como adorno, mas sim como uma forma de representar o amor ao próximo e a Deus.
O uso da cruz religiosa enquanto amuleto de proteção e símbolo sagrado data do primeiro século da Era Cristã.
É uma declaração de fé, é igualmente uma espécie de oração silenciosa, um pedido de ajuda a Deus e a Jesus Cristo.
Mas para além da cruz mais conhecida entre nós, aquela que é geralmente ligada à religião, há muitas outras em todo o mundo, com formas e significados vários, e muito mais antigas.
Não sendo somente um adorno ou uma moda, qual é então o simbolismo mais profundo desse objecto que sempre foi venerado ao longo de milénios, e que continua a ser usado na Nova Era? O que fez perdurar a sua aura de proteção em que tantas pessoas acreditam?
Ao longo dos tempos muito se tem estudado a composição da cruz. Alguns dizem que a haste vertical, apontando para o céu, nos faz lembrar a importância de nos elevarmos espiritualmente, de contemplarmos o espaço celeste, de rezarmos e meditarmos, como meio de salvação.
Quanto à haste horizontal, representa o relacionamento com o nosso próximo, com todos os que nos rodeiam, apelando à amizade, compreensão e caridade.
O fato de estarem cruzadas um pouco acima do meio da haste vertical, segundo estes estudiosos, significa que primeiro deve nascer o compromisso com Deus, e dele depende o bom relacionamento com o mundo terreno.
Sendo inicialmente um instrumento de tortura, de vergonha e humilhação, a cruz acabou por se transformar num símbolo de amor incondicional.
Da autoria de São Bento, “ora et labora” (reza e trabalha), é uma curta frase que define tudo o que a cruz religiosa transmite: é importante orar, mas não se devem descurar as preocupações materiais.
A solidariedade, as necessidades dos outros, a amizade, são tão importantes quanto a vida espiritual.
Um objeto revelador de fé
Quem a usa, em quase cem por cento dos casos atribui-lhe grande importância, seja ela valiosa (fabricada em ouro ou prata) ou simplesmente um pedaço de metal sem qualquer valor material.
Normalmente quem usa uma cruz vive (ou tenta viver) em consonância com as teorias cristãs, fazendo jus a tudo aquilo que ela representa.
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