quarta-feira, 2 de março de 2011

Livro: Vitamina Cultural















Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua própria história.

Cidissima



terça-feira, 1 de março de 2011

Mês de Março















O mês de março é o terceiro mês do ano no calendário gregoriano e um dos sete meses com 31 dias.
Março inicia (astrologicamente, não sideral) com o sol no signo de Peixes e termina no signo de Áries. Astronomicamente falando, o sol inicia na constelação de Aquarius e termina na constelação de Pisces.
Março no Hemisfério norte é o sazonal equivalente a setembro no Hemisfério sul. Por volta de 21 de março, o Sol cruza o equador celestial rumo ao norte; é o equinócio de março, começo da primavera no Hemisfério Norte e do outono no Hemisfério Sul.
O nome "março" surgiu na Roma Antiga, quando era o primeiro mês do ano e chamava-se Martius, de Marte, o deus romano da guerra. Em Roma, onde o clima é mediterrânico, março é o primeiro mês da primavera, um evento lógico para se iniciar um novo ano, bem como para que se comece a temporada das campanhas militares.
O ano iniciava em 1 de março na Rússia até o final do século XV. O Reino da Grã-Bretanha e suas colônias continuaram a utilizar o dia 25 de março para iniciar o ano até 1752, no mesmo ano eles finalmente adotaram o calendário gregoriano. Muitas outras culturas e religiões ainda celebram até hoje o Ano-Novo em março.
Em finlandês, o mês é chamado de maaliskuu, que tem origem em maallinen kuu significando o mês terrestre. Isto é porque em maaliskuu a terra começa a aparecer sob a neve derretida.
Historicamente os nomes para março incluem o termo saxão Lenctmonat, dado ao equinócio. Os saxões também chamavam março de Rhed-monat ou Hreth-monath (devido a seu deus Rhedam/Hreth) e os anglos chamavam-no de Hyld-monath.
No calendário judaico, o fim de fevereiro e o começo de março é chamado de adar, o último mês, enquanto que o fim de março e começo de abril é chamado de nisã, e é considerado o primeiro mês.

Cidissima

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Chiquinha Gonzaga






















Francisca Edwiges Neves Gonzaga, compositora, pianista e regente, nasceu no Rio de Janeiro a 17 de outubro de 1847 e morreu na mesma cidade em 28 de fevereiro de 1935.
Filha de uma família do Império, aos 11 anos compôs a sua primeira música. Casou-se aos 16 anos (5/11/1863), e, aos 18, mãe de quatro filhos (três com Jacinto Ribeiro do Amaral e uma filha com João Baptista de Carvalho), abandonou o marido (oficial da Marinha mercante) e levando consigo o filho mais velho (João Gualberto), passou a viver com um engenheiro de estradas de ferro, de quem também se separou logo depois.
Enfrentando todos os preconceitos de seu tempo, Chiquinha foi a primeira mulher a reger uma orquestra no Brasil. Lecionava piano para poder sustentar seus filhos. Musicou aproximadamente 77 peças de teatro.
Sua obra reúne composições nos mais variados gêneros: valsas, polcas, tangos, maxixes, lundus, fados, serenatas, músicas sacras, entre outras.
Participou ativamente do movimento pela libertação dos escravos.
Em 1998 a cantora Olívia Hime reúne músicas esquecidas da compositoras, convida conceituados poetas para lhes fazer letra e grava um CD pelo selo Quarup.
Em janeiro de 1999, estreou na rede Globo de Televisão uma minissérie sobre a sua vida, vivida, em suas respectivas fases, pelas atrizes Regina e Gabriela Duarte (mãe e filha).

Principais obras

Atraente
Casa de caboclo (Em parceria com Luiz Peixoto)
Faceiro
Falena
Gaúcho (Corta-jaca)
Lua branca
Ó abre alas

Ó abre alas
Ó abre alasQue eu quero passar Ó abre alasQue eu quero passar Eu sou da LiraNão posso negar Ó abre alas Que eu quero passar Ó abre alasQue eu quero passar Rosa de Ouro É quem vai ganhar.

Cidissima



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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Dia do Rotary












ROTARY nasceu no início deste século, em Chicago - cidade então dominada pela ignorância e egoísmo, crimes e vícios - por inspiração do jovem advogado Paul Percy Harris que, em sua solidão, percebeu a urgente necessidade das pessoas de fazerem amigos que se ajudassem mutuamente.
Certa noite, após jantar em casa de um amigo, Paul Harris foi por ele apresentado aos vizinhos e pôde constatar que as amizades existentes eram exclusivamente profissionais. Percebeu então, que podia transformar alguns de seus clientes em verdadeiros amigos. Dedicou-se a um estudo analítico da "Vida dos Negócios" e resolveu fundar um Clube de Homens de Negócios e Profissionais, para desenvolverem entre si relações de companheirismo e amizade.
Convidou três de seus clientes: Gustavus Loerh - Engenheiro de Minas, Hirarn Shorem - Alfaiate e Silvester Schiele - Comerciante de Carvão, para, com ele próprio, serem os fundadores do Clube. Reuniram-se pela primeira vez no escritório de Silvester Schiele e decidiram que o quadro social do Clube seria composto por urna pessoa de cada ramo de negócio ou profissão evitando, assim, concorrência entre os seus membros.
Em 23 de fevereiro de 1905 realizou-se a primeira reunião e a instalação do Rotary Club de Chicago, sendo eleito para presidente, Silvester Schiele. Em 1907, Paul Harris foi eleito Presidente do Rotary Club de Chicago e sua principal meta de trabalho foi desenvolver o quadro social de seu Clube e estender o movimento Rotário a outras cidades, dirigindo-o à prestação de serviços à comunidade.
O objetivo inicial do Rotary que era o "Auxílio Mútuo" é acrescido e suplantado pelo "Ideal de servir", visando especialmente a Paz Mundial.
Nessa ocasião vários Rotary Clubs foram fundados, em diferentes cidades. Em 1910 realizou-se a 1ª Convenção de Rotary, onde foi criada a Associação Nacional de Rotary Clubs.
Em 1917 a Associação Internacional de Rotary Clubs passou a denominar-se Rotary International; em 15 de dezembro do mesmo ano foi fundado o primeiro Rotary Club do Brasil: o Rotary Club do Rio de Janeiro.
A partir daí o movimento rotariano continuou crescendo no Brasil e em todo o mundo
O Rotary Club é uma entidade que exige de seus sócios o seguinte perfil pessoal:
ser adulto
de bom caráter e boa reputação comercial ou profissional
demonstrar interesse na prestação de serviços comunitários
possuir meios de pagar as despesas mensais e per-capitas de associação
Além de preencher esses requisitos, para se tornar um rotariano, é necessário um convite que parta da instituição.

Cidissima

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Alegrai vossas palavras!!!

























A vida é uma aventura aberta, exposta. Não protejam as crianças. Fortifiquem-nas interiormente para que brinquem bem com qualquer espécie de brinquedo.

Cidissima
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domingo, 20 de fevereiro de 2011

Amor entre os povos






















A natureza é sábia e oferece veredas, opções.
O homem pensa, desenvolve, convive.
No seu cotidiano, ele tenta explicar as razões em aproximar as pessoas. Tenta, com exemplos positivos, disseminar o verdadeiro motivo de viver em harmonia.
Para isso é preciso falar uma mesma língua, a solidariedade.
O amor universal não é solitário, portanto, é necessário envolver todos para o mesmo caminho.
Aquele que é dotado de virtudes, enxerga seu próximo no mesmo patamar. Daí pra frente é só multiplicar novos adeptos para dividir este Amor Universal.

Cidissima



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sábado, 19 de fevereiro de 2011

19 de fevereiro - Dia do Esportista























O esporte visa trabalhar tanto o corpo quanto a mente, por isso, deve ser feito com acompanhamento médico e de um profissional de educação física. Seja o esporte coletivo ou individual, profissional ou amador, o esporte não é uma atividade recente.
Os primeiros a sistematizarem o esporte como competição foram os gregos e foi deles que veio a idéia do que hoje conhecemos como Olimpíadas. As Olimpíadas ganharam esse nome porque eram realizadas num vilarejo grego chamado Olímpia.
Era uma espécie de comemoração oferecida a Zeus, o deus do Olimpo. Hoje em dia, o esporte está integrado a interesses e rende milhões e milhões de dólares por ano.
O mundo do esporte está se separando da simples atividade física.
O esporte está ligado a empresas, a clubes e à mídia gerando uma grande receita de dinheiro.
Além do dinheiro gerado pelo esporte profissional, há também o gerado pelo apelo midiático de estética, o que envolve academias, modalidades esportivas da moda e até mesmo a indústria de roupas para ginástica. Mas mesmo assim, o esporte continua sendo um dos melhores meios para garantir um envelhecimento saudável e uma boa qualidade de vida.

Cidissima
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

A melhor idade



Quando a velhice chegar, aceita-a, ama-a . Ela é abundante em prazeres se souberes amá-la. Os anos que vão gradualmente declinando estão entre os mais doces da vida de um homem. Mesmo quando tenhas alcançado o limite extremo dos anos, estes ainda reservam prazeres.

Cidissima
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Sem parar.....






Água mole em pedra dura tanto bate até que fura!

É preciso esforçar-se constantemente!


Cidissima
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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A amizade


O que eu tenho não me pertence, embora faça parte de mim.
Tudo o que sou foi-me emprestado pelo Criador para que eu possa dividir com aqueles que entram na minha vida.
Cidissima

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Segunda-Feira

Frases para Orkut

A palavra é originária do latim Secunda Feria, que significa "segunda feira", e de mesma acepção existe em galego (segunda feira), mirandês (segunda) e tétum (loron-segunda).
Povos pagãos antigos reverenciavam seus deuses dedicando este dia ao astro Lua o que originou outras denominações, em espanhol diz-se lunes e no italiano lunedì, com o significado de Lua e dia da Lua. Outros povos reverenciavam deuses mitológicos, em inglês diz-se monday e em alemão montag, que significam dia da Lua.
Na cultura popular, é considerado o dia mais "aborrecido" da semana pois é o primeiro dia de trabalho após o fim de semana. Por tal razão há uma petição para agregar a segunda-feira ao fim-de-semana.[3] Para a Igreja Católica, a segunda-feira é o dia para se rezar por todos os defuntos.
Cidissima



sábado, 12 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

O que fazer?




Quando o romantismo coloca um véu e suaviza uma imagem sensual, os leitores hão de entender que atrás deste ato maquinado, está o sedutor.
Um sedutor que se desnuda de sua prepotência. De sua vaidade, do seu egoísmo, da sua forma singular de viver.
Um amante que se liberta do tédio. Um ser modal transformado numa reduzida jóia verdadeira.
Num ato bem pensado, pluraliza-se e encontra sua essência.
Ele não se pertence. Quer vínculos. Desafia a solidão.
Neste momento oportuno, quer se declarar. Não importa a circunstância. Não se importa com a rejeição.
Uma pergunta tem de ser feita:

- Amor, fica comigo?

Cidissima










sábado, 5 de fevereiro de 2011

Ele não é tão culpado!!!



Tu és responsável por aquilo que cativas!
À partir do momento que você segura o controle remoto da TV, tudo o que assistir será da sua inteira vontade.
Ele será o termômetro que irá marcar o cultural e o inculto.
Não basta sentar confortavelmente num sofá, numa sala com ar condicionado, umas pipocas para comer que seu divertimento terá valor.
Não importa se a TV é aberta ou por assinatura. Os programas escolhidos terão de ter qualidade.
Mude de hábitos. Escolha o melhor.
Não deixe que um controle remoto controle você!
Não o vicie em programas que nada acrescentam. Afaste-o do reflexo condicionado.
Habilite-o todos os dias!

Cidissima

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Um pouco de saudosismo


Se as novelas continuassem apenas nas rádios, qual seria a sensação de não poder identificar se o choro da figura dramática era verdadeira ou não?
Que cor de blusa estaria usando “Maria”, no momento em que recebia de seu noivo o pedido de casamento?
Quantos pães restavam sobre a mesa depois da gula do caçulinha?
Faço estas perguntas para entender o poder da imaginação.
Os detalhes a nós oferecidos pelo áudio, não eram completos. Precisávamos aguçar nossa percepção de entendimento.
Tínhamos de imaginar a expressão de Maria por tão sonhado pedido!
Os pormenores desfilavam à nossa volta e provocavam várias indagações.
De repente, fazia-se uma pausa na novela e nesse intervalo íamos tomar uma água ou um cafezinho.
Deixávamos o óculos sobre a mesa porque antigamente não existia lente multifocal.
Terminado mais um capítulo do dia, desligávamos o rádio, íamos felizes fazer os serviços domésticos, sem a probabilidade de comprar os produtos de publicidade desfilados durante o programa, porque naquele tempo, os veículos de comunicação não encontravam nenhum ser tão consumista.
Cidissima

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

31 de janeiro - Dia do Mágico

No dia 31 de janeiro é comemorado o Dia do Mágico, este artista que faz muito mais do que tirar coelhos da cartola ou fazer desaparecer um lenço.
A data é em homenagem a São João Bosco, padroeiro dos mágicos, que segundo a tradição era também um mágico. A magia sempre esteve presente na história da humanidade.
O homem pré-histórico desenhava animais nas cavernas, como se assim os pudessem materializar. A isso os pesquisadores chamam de realismo mágico.
Ao longo do tempo, o conceito de magia foi evoluindo. A arte de iludir, que já foi chamada de escapismo, é usada hoje, basicamente, como entretenimento.

Ela cria ilusões que surpreendem, sobretudo porque o mágico faz algo que escapa à lógica comum, como se tivesse poderes sobrenaturais.
Quem popularizou esta arte foi Harry Houdini , o mais famoso mágico de todos os tempos. No início do século XX passou a viajar pelo mundo apresentando seus truques para platéias cada vez maiores.
No final do século, foi a vez dos mágicos da televisão.
David Copperfield inaugurou a era do ilusionismo televiso exibindo truques em programas de auditório e trazendo novo fôlego à arte mágica. Posteriormente, surgiriam mágicos performáticos como David Blane, ou polêmicos como Mister M, que polemizou ao revelar o segredo de vários truques famosos.
Mas o encanto desta arte está também nos artistas que fazem a magia acontecer no dia-a-dia, fazendo objetos aparecerem na sua mão, ou entortando colheres à distância.
A todos que tiram coelhos das cartolas para nos trazer um pouco de encantamento e fantasia.

Também faz parte dos mágicos, o homem! Este que não tira da cartola nenhum coelho, não entorta talheres, simplesmente faz com seu salário, a magia de esticá-lo o mês inteiro.
Bato palmas para ele, para o verdadeiro historiador das emoções cotidianas.
Bato palmas ao vê-lo na corda bamba, se equilibrando, se contorcendo diante das aberrações mundanas.
Bato palmas porque sua força é gigantesca, sua persistência é linear e progressiva.
Bato palmas porque traz no peito um escudo, na alma um grito, nas mãos uma súplica e na terra, sua bandeira fincada.

Cidissima









quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Meu idolo nunca saiu de moda!




Se vivo estivesse, meu pai teria mais vinte e seis anos. Vinte e seis anos de alegria, humildade, simplicidade, generosidade, bom humor e um ótimo contador de piadas.
E, além disso, teria em todos estes anos, desfrutado da sua companhia.
Sábio, amigo dos filhos, nunca precisou usar da violência para educar, nunca abusou da autoridade para nos mostrar que era ele quem mandava.
Um homem com caráter ímpar. Uma educação exemplar que contrariava o ser humano. De onde tirou sua elegância no trato pessoal se pouco sentou num banco de escola!
Muitas vezes, não é o número de livros que capacita um homem e sim a forma equilibrada e humana com que ele trata seus semelhantes. É inerente quando especial.
Meu pai deixou como herança a simplicidade e o heroísmo de um homem esplêndido.
Meu pai sempre foi um sensor das minhas habilidades. Se estivesse prestes a cair, sua força motriz equilibrava meus passos.

Cidissima




segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Esopo

 
Esopo, o mais conhecido entre os fabulistas, foi sem dúvida um grande sábio que viveu na antiguidade. Sua origem é um mistério cercado de muitas lendas. Mas, pode ter ocorrido por volta do ano 620 A.C.

Várias cidades se colocam como seu local de nascimento, e é comum que o tratem como originário de uma cidade chamada Cotiaeum na pronvíncia da antiga Frígia, Grécia.

Acredita-se que já nasceu escravo, e pertenceu a dois senhores. O Segundo, viria a torná-lo livre ao reconhecer sua grande e natural sabedoria. Conta-se que mais tarde ele se tornaria embaixador.

Em suas fábulas ou parábolas, ricas em ensinamentos, ele retrata o drama existencial do homem, substituindo os personagens humanos por animais, objetos, ou coisas do reino vegetal e mineral.
 

 

Os Dois Viajantes e o Urso

 


 

Dois homens viajavam juntos através de uma densa floresta, quando, de repente, sem que nenhum deles esperasse, um enorme urso surgiu do meio da vegetação, à frente deles.

Um dos viajantes, de olho em sua própria segurança, não pensou duas vezes, correu e subiu numa árvore.

Ao outro, incapaz de enfrentar aquela enorme fera sozinho, restou deitar-se no chão e permanecer imóvel, fingindo-se de morto. Ele já escutara que um Urso, e outros animais, não tocam em corpos de mortos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Isso pareceu ser verdadeiro, pois o Urso se aproximou dele, cheirou sua cabeça de cima para baixo, e então, aparentemente satisfeito e convencido que ele estava de fato morto, foi embora tranquilamente.

O homem que estava em cima árvore então desceu. Curioso com a cena que viu lá de cima, ele perguntou:

"Me pareceu que o Urso estava sussurrando alguma coisa em seu ouvido. Ele lhe disse algo?"

"Ele disse sim!" respondeu o outro, "Disse que não é nada sábio e sensato de minha parte, andar na companhia de um amigo, que no primeiro momento de aflição me deixa na mão!".

 
Moral da História:
"A crise é o melhor momento para nos revelar quem são os verdadeiros amigos."


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Beija-flor

 

Os indígenas deram nomes muito sugestivos para os beija-flores, que descreviam com perfeição esses pássaros encantadores:

Para os índios caraíbas, eles eram os "colibris", que significa "área resplandecente";

Os tupis os batizaram de "guainambés", ou seja, "pássaros cintilantes";

Já para os índios guaranis, os beija-flores eram os "mainumbis", isto é, "aqueles que encantam, junto à flor, com sua luz e esplendor".

Seu enorme coração, que representa de 19 a 22% do peso total do corpo, facilita a rápida circulação do sangue;

Num único dia, eles são capazes de ingerir, em substâncias nutritivas, até 8 vezes o peso do seu corpo;

Alguns beija-flores desenvolvem velocidades médias que vão de 30 a 70 Km por hora e a vibração das asas pode atingir 50 a 70 batidas por segundo;

São as únicas aves que conseguem ficar literalmente paradas no ar, decolar e aterrissar verticalmente, e até dar marcha à ré em pleno vôo;

O espetacular colorido dos beija-flores origina-se do fenômeno da refração da luz, através da microestrutura das penas. As mudanças de cores, observadas numa mesma ave, variam de acordo com o ângulo de incidência da luz solar ou com a movimentação do corpo;

Dizem que Igor Sirkorski, que inventou o helicóptero, baseou suas idéias na observação contínua do vôo dos beija-flores. No entanto, o helicóptero não pode voar de cabeça para baixo. Os beija-flores podem.

 

 
 

sábado, 15 de janeiro de 2011

15 de janeiro - Sua comemoração

Se Exu é o principio da vida, Oxalá é o principio da morte. Equilíbrio positivo do universo, é o pai da brancura, da paz, da união, da fraternidade entre os povos da Terra e do Cosmo. Pai dos Orixás, é considerado o fim pacífico de todos os seres. Orixá da ventura, da compreensão, da amizade, do entendimento, do fim da confusão.

Oxalá é o Orixá que vai determinar o fim da vida, o fim da estrada do ser humano. Oxalá é o fim da vida, é o momento de partir em paz, com a certeza do dever cumprido Exu inicia, Oxalá termina. É assim nas rodas de Candomblé, nos xirês, quando louvamos os Orixás começamos por Exu, e terminamos com Oxalá.

Muitas são sua lendas e extensa é sua origem e história na África, matéria destinada aos estudiosos e mais aprofundados na religião Sendo os mais cultuados no Brasil, Oxalufan "o velho" e Oxaguian "o moço" na sua forma "guerreira" de Oxalá que carrega uma espada, cheio de vigor e nobreza, Na condição de velho e sábio, curvado ao peso dos anos, figura nobre e bondosa, carrega uma cajado em que se apóia, o Opasoro, cajado de forte simbologia, utilizado para separação do Orun e o Ayié.

Em suas diversas mutações temos na Nação Ketu: Oxanguian, Oxalufá, Obatalá e Oduduwá. Na Nação Angola: Lemba. Lembarangaga e Guaratinhanha. Em todas elas é o Senhor da VIDA, também chamado "senhor da boa argila", devido a uma antiga lenda na qual Oxalá usava este material para criar os seres humanos.

Sua maior festa é uma cerimônia chamada "Águas de Oxalá" que diz respeito a sua lenda dos sete anos de encarceramento, culminando com a cerimônia do "Pilão de Oxaguian", para festejar a volta do pai. Esse respeito advém da sua condição delegada por Olorun, da criação e governo da humanidade.

 

Cores: Branco, Marfim, Pérola, Prata
Comida: Canjica branca cozida com mel e coberta com clara batida
Saudação: Exeu, Epá Babá, Axé!
Domínio: Oceanos, Rios, Céus, Montanhas

 

 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

12 de janeiro de 1616

 
 

Belém do Pará é conhecida como cidade das mangueiras. O título faz referência a beleza das árvores que dão um charme diferente no paisagismo das ruas e avenidas da chamada cidade morena.

Santa Maria de Belém do Grão Pará foi fundada em 12 de janeiro de 1616, e reúne um grande potencial histórico nesses 391 anos.

São pelas ruas estreitas da cidade velha que Belém começou. O bairro ainda guarda algumas construções que a colonização portuguesa deixou em solo belenense, locais como o Forte do Castelo, uma das primeiras edificações da capital.

Fugindo um pouco da nostalgia do passado, vir até a capital paraense e não visitar o Mercado do Ver-o-peso é o mesmo que não ter passado em Belém .

Na maior feira livre à céu aberto da América Latina encontra-se de tudo, desde a mais exótica fruta, até os milagrosos banhos cheirosos, que têm o poder de até fazer com que uma pessoa se apaixone por você. Misticismo ou não, isso faz parte da cultura de quem vive em Belém .

A capital também tem a chuva da tarde que praticamente tem hora marcada pra cair; tem a devoção a Nossa Senhora de Nazaré, que sempre no segundo domingo de outubro reúne mais de dois milhões de pessoas em sintonia com a fé.

Neste dia as ruas se tornam verdadeiros rios humanos com direito a braços e afluentes.

 

 

 

 

 

 


domingo, 9 de janeiro de 2011

09 de janeiro - Dia do Fico


9 de Janeiro

"Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico"

D. João VI foi o rei de Portugal entre 1767 e 1826. Viveu no Brasil entre 1808 a 1821, quando a corte portuguesa veio ao Brasil para fugir do conflito entre França e Inglaterra, tanto que, no dia seguinte da saída da família Real, as tropas francesas invadiram Lisboa.

Quando a corte portuguesa chegou, em 1808, o Brasil começou a trilhar o caminho da independência. Isso, porque os costumes de colônia mudavam enquanto novas influências eram recebidas, como a Imprensa Régia, o Banco do Brasil, a Biblioteca Real, hospitais, escolas e repartições públicas.

O filho de Dom João VI era Pedro de Alcântara Francisco Antonio João Carlos Xavier de Paula Miguel Rafael Joaquim José Gonzaga Pascoal Cipriano Serafim de Bragança e Bourbon.

Conhecido como D. Pedro I. Quando Dom João VI sentiu que já podia voltar para Portugal, em 1826, deixou D. Pedro I no Brasil.

Ao chegar em Portugal, ideias e influências europeias convenceram Dom João a retomar o processo de colonização do Brasil para, com os bens daqui, conseguir recuperar as finanças portuguesas.

Para tanto, D. Pedro I deveria deixar o Brasil.

O motivo pelo qual D. Pedro I deveria voltar à Portugal era simples: o povo brasileiro já estava acostumado com as decisões do poder saindo da então capital, Rio de Janeiro.

Se o representante do poder voltasse a Portugal, o processo de recolonização seria mais fácil.

 Mas, os aristocratas brasileiros já sabiam das intenções de Portugal e começaram um movimento para pressionar D. Pedro I a ficar.

Foram recolhidas mais de oito mil assinaturas entre Rio de Janeiro, Minas Gerias e São Paulo pedindo para o príncipe ficar.

No dia 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I tomou uma decisão. Ignorou a ordem de voltar para Lisboa e disse: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico".

Para alguns historiadores, esse foi um dos principais fatores que influenciaram a independência do Brasil.

 


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Dia de Reis

 

Segundo a tradição cristã os Reis Magos eram Gaspar, Melchior (ou Belchior) e Baltazar, e os presentes simbolizam, respectivamente, a realeza, a divindade e a paixão de Cristo.

Não se sabe sua origem, mas reza a lenda que um dos Reis era negro africano, o outro branco europeu e o terceiro moreno (assírio ou persa), representando a humanidade conhecida da época.

Em muitos países, a troca de presentes é feita neste dia, e não no Natal.

No Brasil, o rico folclore mantém viva a tradição. Por todo o litoral e o interior brasileiro, com todas as suas variantes regionais, se comemora o dia 6 de janeiro em festas como o Terno de Reis, Folia de Reis ou Santos Reis.

Símbolos da humildade
 

Na tradição cristã os três Reis Magos simbolizavam os poderosos que deveriam curvar-se diante dos humildes na repetição real do canto da Virgem Maria à sua prima Isabel, e "Magnificat", pois sua alma rejubilava-se no Senhor, que exaltaria os pequenos de Israel e humilharia os poderosos.

A igreja cultua os Reis Magos dentro desse simbolismo. Representam os tronos, os potentados, os senhores da Terra que se curvara diante de Cristo, reconhecendo-lhe a divina realeza. É a busca dos poderosos que vêem em Belchior, Gaspar e Baltazar o exemplo de submissão aos designios de Deus e que devem, como os magos, despojar-se de seus bens e depositá-los aos pés dos demais seres humanos, partilhando sua fortuna como dignos despenseiros de Deus.

Os presentes de Natal também têm esse sentido. São as ofertas dos adultos à criança que com a sua pureza representa Jesus. Alguns, dão a essas festas um sentido mitológico pagão, buscando nas cerimônias dos druidas, dos germânicos ou saturnais romanas a pompa das festas natalinas que culminam com a Epifania.

As referências bíblicas são vagas e o episódio quase passa despercebido dos evangelistas, mas as contribuições da tradição patriática são muitas e, como elas têm força de fé e verdade, nelas devemos buscar grande parte das coisas que se contam dos santos Belchior, Gaspar e Baltazar já referidos pelos profetas do Velho Testamento, que vaticinavam a homenagem dos Reis ao humilde filho de Davi que deveria nascer em Belém.

De onde vieram e o que buscavam, pouca gente sabe. Vinham do Oriente e Baltazar, o mago negro talvez viesse de Sabá (terra misteriosa que seria o sul da Península Arábica ou, como querem os etíopes, a Abissínia). Simbolizam também as três únicas raças bíblicas, isso é, os semitas, jafetitas e camitas. Uma homenagem, pois, de todos os homens da Terra ao Rei dos Reis.

Eram magos, isto é, astrólogos e não feiticeiros. Naquele tempo a palavra mago tinha esse sentido, confundindo-se também com os termos sábio e filósofo.
 

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Carta Foral

Diploma, também designado por carta foral, concedido pelo rei ou por um senhor laico ou eclesiástico, a um determinado local, dotando-o de autoridade legítima na regulação da vida coletiva da população, embora a extensão e o conteúdo das cartas forais fossem variáveis, estas se caracterizavam, em termos gerais, por ser uma lei escrita (carta firmada, testemunhada e confirmada), orgânica (organizadora de um determinado aglomerado social), local (atuante dentro de fronteiras territoriais definidas), ou relativa (aplicável às relações econômico-sociais internas, recíprocas entre habitantes e a autoridade outorgante). Eram, portanto, consignadas liberdades e garantias às pessoas e aos seus bens, estipulados impostos e tributos, multas e composições, o serviço militar, imunidade coletivas, aproveitamentos dos terrenos comuns, etc. A Coroa tinha particular interesse nos forais porque estes funcionavam como fontes de receitas, sendo dinamizadores da economia nacional, ao mesmo tempo em que fortaleciam o poder central. Os forais entraram em decadência no século XV, tendo sido exigida pelos procuradores dos conselhos a sua reforma, o que viria a acontecer no reinado de D. Manuel. Foram extintas por Mouzinho da Silveira em 1832.

 
José Xavier Mouzinho da Silveira (Castelo de Vide, 12 de Julho de 1780 – Lisboa, 4 de Abril de 1849) foi um estadista, jurisconsulto e político português.
 

 


quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

A escravidão no Brasil

 
 

A escravatura, também nomeada de escravidão, esclavagismo ou escravagismo no Brasil, é a prática social em que um ser humano tem direitos de propriedade sobre outro designado por escravo, ao qual é imposta tal condição por meio da força. Desde os tempos mais remotos, o escravo é legalmente definido como uma mercadoria cujo dono ou comerciante pode comprar, vender, dar ou trocar por uma dívida, sem que o escravo possa exercer qualquer direito e objeção pessoal ou legal. A escravidão da era moderna está baseada num forte preconceito racial, segundo o qual o grupo étnico ao qual pertence o comerciante é considerado superior.

Há diversas ocorrências de escravatura sob diferentes formas ao longo da história, praticada por civilizações distintas. No geral, a forma mais primária de escravatura se deu à medida que povos com interesses divergentes guerrearam, resultando em prisioneiros de guerra. Apesar de na Antiguidade ter havido comércio escravagista, não era necessariamente esse o fim reservado a esse tipo de espólio de guerra. Ademais, algumas culturas com um forte senso patriarcal reservavam à mulher uma hirerarquia social semelhante ao do escravo, negando-lhe direitos básicos que constituiriam a noção de cidadão.

A escravidão era uma situação aceita e logo se tornou essencial para a economia e para a sociedade de todas as civilizações antigas, embora fosse um tipo de organização muito pouco produtivo. A Mesopotâmia, a Índia, a China e os antigos egípcios e hebreus utilizaram escravos. Nas civilizações pré-colombianas (asteca, inca e maia) os escravos eram empregados na agricultura e no exército. Para os gregos, tanto as mulheres como os escravos não possuíam direito de voto. Entre os incas, os escravos recebiam uma propriedade rural, na qual plantava para o sustento de sua família, reservando ao imperador uma parcela maior da produção em relação aos cidadãos livres. Muitos dos soldados do antigo império romano eram ex-escravos.

O comércio de escravos passou a ter rotas intercontinentais, no momento em que os europeus começaram a colonizar os outros continentes, no século XVI e, por exemplo, no caso das Américas, em que os povos locais não se deixaram subjugar, foi necessário importar mão-de-obra, principalmente de África.

Nessa altura, muitos reinos africanos e árabes passaram a capturar escravos para vender aos europeus.

Com surgimento do ideal liberal e da ciência econômica na Europa, a escravatura passou a ser considerada pouco produtiva e moralmente incorreta deu lugar ao surgimento do abolicionismo, em meados do século XIX.

A escravidão é pouco produtiva porque como o escravo não tem propriedade sobre sua própria produção, ele não é estimulado a produzir já que não irá resultar em um incremento no bem-estar material dele mesmo.

 

 


segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Esopo

 
 

Fabulista grego, nascido pelo ano de 620 a. C. Ignora-se o lugar de seu nascimento; alguns dizem ter sido Samos ou Sardes, enquanto Aristófanes o supôs filho de Atenas. Segundo o historiador Heródoto, Esopo teria nascido na Frígia e trabalhava como escravo numa casa. há ainda alguns detalhes atribuídos à biografia de Esopo, cuja veracidade não se pode comprovar: seria corcunda e gago, protegido do rei Creso.

Esopo teria sido condenado à morte depois de uma falsa acusação de sacrilégio, ou talvez porque os habitantes de Delfos estivessem irritados com suas zombarias, ou ainda porque suspeitassem de que Esopo teria a intenção de ficar com o dinheiro que Creso lhes tinha destinado.

Esopo não deixou nada escrito: as fábulas que lhe são atribuídas pela tradição foram recolhidas pela primeira vez por Demétrio de Falera, por volta de 325 a.C.
Antes do advento da impressão, as fábulas de Esopo eram ilustradas em louça, em manuscritos e até em tecidos.

Discute-se a sua existência real, assim como acontece com Homero. Levanta-se a possibilidade de sua obra ser uma compilação de fábulas ditadas pela sabedoria popular da antiga Grécia. Seja lá como for, realmente, o importante é a imortalidade da obra a ele atribuída.

  Fâbula -       O boi e a rã

  
 

 
 

Um Boi indo beber água num charco pisou em uma ninhada de rãs e esmagou uma delas.

A mãe das Rãs veio, e, dando pela falta de um dos seus filhos, perguntou aos seus irmãos o que havia acontecido com ele.

- Ele foi morto mãe; ainda a pouco uma grande besta com quatro enormes pés veio à lagoa e pisou em cima dele com sua pata que era rachada no meio.

A mãe, se inflou toda e perguntou:

- A besta era maior do que estou agora?

- Pare mãe, pare de se inflar - Disse o seu filho - e não fique aborrecida por tentar, eu lhe asseguro, você explodiria antes que conseguisse imitar o tamanho daquele Monstro.

Moral da história:

Muitas vezes, coisas insignificantes, nos desviam a atenção do verdadeiro problema.