quinta-feira, 23 de junho de 2011

Investigando as origens do metrossexual



Ainda no madrugador ano de 1926, um circunspecto editorial do Chicago Tribune pôs na conta do galã Rodolfo Valentino (1995-1926) a culpa pela primeira onda de femenizaçao do homem na América.
Pura sacanagem dos jornalistas, óbvio, como nos relata o escriba H.L.Mencken n´O Livro dos Insultos (Cia das Letras).
Jornalismo marrom à parte, quem teria sido, cá na terra do mulato de inzonas tantas, o responsável pelas primeiras influências no amolecimento do macho brasileiro de raiz?
O Databoteco, instituto de pesquisas nocturnas deste cronista de costumes, despachou as suas mais gentis funcionárias para ouvir o distinto público nas boas casas do ramo.
O cantor Mário Reis (1907 -1981), rapaz de fino trato, teria sido o nosso primeiro homem célebre a influenciar a plebe rude nesse quesito, conforme o levantamento feito por nossas vestais e imparciais pesquisadoras.
Não que fosse construído à imagem e semelhança do Valentino de “Os quatro cavaleiros do apocalipse” ou de “O Sheik”, por exemplo.
Simplesmente por emprestar uma sensibilidade mínima ao então cenário de macheza absoluta.
O intérprete de “Carinhos da vovó” e “Deus nos livre do castigo das mulheres” era um moço cuidadoso com o visual, um dândi, sempre na estica e nos bons modos.
O mais lembrado é Mário Reis, sim senhor. A fila de possíveis pioneiros, todavia, nela incluídos héteros e homos semi-declarados, dobra quarteirões.
Castro Alves, rival do abolicionista Joaquim Nabuco nessa peleja, tem destaque na galeria, como lembra a amiga Bia Abramo ao cronista. Beirava o janota, é o que diz o seu biógrafo Alberto da Costa e Silva.
Ai vemos também na fila o João do Rio, o Cauby Peixoto, a Carmem Miranda –praticamente inventora do travestismo no país-, o boleiro Heleno de Freitas, que de tão preocupado com o visual chegava a jogar futebol com um pente no bolso, e tantos outros gamenhos do meu Brasil varonil, como diz o Zé Bonitinho, este o mais radical e testosteronizado dos nossos ídolos televisivos do gênero.
É, mas que me perdoem as gostosas do Databoteco, que me desculpe também dom Mário Reis, onde estiver, tenho que registrar minha embriagada opinião: o homem mais elegante da música brasileira, sem frescura, claro, é o nosso Ronnie Von, O Príncipe, aviador e enólogo sem arrotar o bouquet da arrogância desnecessária.
Para completar, Ronnie é o último cavalheiro em meio à bagaceirice televisa, falando para a fofolândia com devoção e delicadeza. O nome do programa diz tudo “Todo seu” (Tv Gazeta).
Sou fã e recomendo. Vale como um Flaubert para esses moços, pobres moços, que tratam as gazelas como se fossem “manos” com quem acabaram de cruzar na esquina.

Chico Sá – jornalista – escritor



quarta-feira, 22 de junho de 2011

Pai, começa o começo!



Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - "pai, começa o começo!". O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim. Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.
Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, "começar o começo" de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas "tangerinas" são outras. Preciso "descascar" as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis......
Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para "começar o começo" era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.
Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:
"Pai, começa o começo!". Ele não só "começará o começo", mas resolverá toda a situação para você.
Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: "Pai, começa o começo!".

Autor Desconhecido





segunda-feira, 20 de junho de 2011

O abraço

recado para orkut


Não podemos brincar com a propositura de um abraço.
Assim como as mãos, a intenção de fazê-lo é dignificante, tamanho respeito.
Muitas vezes abraçamos quase que espontaneamente, mas quando direcionado e carregado de afetuosidade, ele fala todas as línguas.
Um abraço carinhoso abre as portas para uma grande amizade, aproxima gerações, transmite solidariedade, aquece corações solitários.





sábado, 18 de junho de 2011

Determinação




Não conheço ninguém que conseguiu realizar seu sonho, sem sacrificar feriados e domingos pelo menos uma centena de vezes. Da mesma forma, se você quiser construir uma relação amiga com seus filhos, terá que se dedicar a isso, superar o cansaço, arrumar tempo para ficar com eles, deixar de lado o orgulho e o comodismo.
Se quiser um casamento gratificante, terá que investir tempo, energia e sentimentos nesse objetivo.
O sucesso é construído à noite! Durante o dia você faz o que todos fazem,trabalha, mas, para obter um resultado diferente da maioria das pessoas, você tem que ser especial. Se fizer igual a todo mundo, obterá os mesmos resultados.
Não se compare à maioria, pois, infelizmente ela não é modelo de sucesso.
Se você quiser atingir uma meta especial, terá que estudar no horário em que os outros estão tomando chope com batatas fritas.
Terá de planejar, enquanto os outros permanecem à frente da televisão. Terá de trabalhar enquanto os outros tomam sol à beira da piscina.
A realização de um sonho depende de dedicação, há muita gente que espera que o sonho se realize por mágica, mas toda mágica é ilusão, e a ilusão não tira ninguém de onde está, em verdade a ilusão é combustível dos perdedores, pois...
Quem quer fazer alguma coisa, arranja um MEIO...
Quem não quer fazer nada, encontra uma desculpa!


Roberto Shinyashiki


Cidissima

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Decência












Que bom seria se mais de dois terços da humanidade vivessem com dignidade, perseverança, altruísmo, generosidade, fé e serenidade!
Seria uma inversão feliz. Fração correspondente.
A definição acima é crível.
Uma verdade cruel, doída, desumana, implacável!
Infelizmente, ser leal, bom, desapegado, não combinam com o pensamento atual.
As pessoas manipulam, impõem, exigem que a honestidade e o bom senso sejam extintos.
Muitas vezes, os deficientes visuais e auditivos, ao longo de sua vida, desenvolvem outras habilidades para torná-los cidadãos equivalentes aos normais.
Este texto cita um planeta onde seus moradores são perfeitos fisicamente. Ao mesmo tempo eles deixam de sê-lo por conta de propostas desleais, sub-humanas, interesseiras.
E é por tudo isso que os moradores não enxergam a verdade e não escutam a voz do amor.




Cidissima

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Desinteresse até que . . . . . . .


O desinteresse do homem é vital à sua saúde, seja físico, psicológico, social ou espiritual, desde que ele não o infrinja.
O desprendimento de um ser é sua negação diante das algemas que, mimeticamente, prendem e transformam-no em cartões de troca.
O homem quando adulterado pela arrogância e pela sua vaidade, tem seu prazo de validade.
À qualquer momento poderá sucumbir nas veredas do ostracismo.
Sua posição diante da sociedade é manipulada.
A máscara usada por ele é decorrência de um comportamento fútil, vazio e sem história.

domingo, 12 de junho de 2011

Respeito, acima de tudo!!!





















Um sujeito estava colocando flores no túmulo de um parente quando vê um chinês colocando um prato de arroz na lápide ao lado. Ele se vira para o chinês e pergunta:
- Desculpe-me, mas o senhor acha mesmo que o seu defunto virá comer o arroz?
E o chinês responde:
- Sim e geralmente na mesma hora que o seu vem cheirar as flores!

Respeitar as opções do outro em qualquer aspecto é uma das maiores virtudes que um ser humano pode ter.
As pessoas são diferentes, agem diferente e pensam diferente. Nunca julgue. Apenas compreenda.
Assim como o deus que está dentro de cada pessoa com seu codinome específico, assim se faz do livre arbítrio, o desejo de um milagre.
Dalai Lama disse: “A melhor religião é aquela que aproxima o homem de Deus”.


quinta-feira, 9 de junho de 2011

Fabrício Carpinejar



MEDO DE SE APAIXONAR


Você tem medo de se apaixonar. Medo de sofrer o que não está acostumada. Medo de se conhecer e esquecer outra vez. Medo de sacrificar a amizade. Medo de perder a vontade de trabalhar, de aguardar que alguma coisa mude de repente, de alterar o trajeto para apressar encontros. Medo se o telefone toca, se o telefone não toca. Medo da curiosidade, de ouvir o nome dele em qualquer conversa. Medo de inventar desculpa para se ver livre do medo. Medo de se sentir observada em excesso, de descobrir que a nudez ainda é pouca perto de um olhar insistente. Não suportar ser olhada com esmero e devoção. Nem os anjos, nem Deus agüentam uma reza por mais de duas horas. Medo de ser engolida como se fosse líquido, de ser beijada como se fosse líquen, de ser tragada como se fosse leve. Você tem medo de se apaixonar por si mesma logo agora que tinha desistido de sua vida. Medo de enfrentar a infância, o seio que criou para aquecer as mãos quando criança, medo de ser a última a vir para a mesa, a última a voltar da rua, a última a chorar. Você tem medo de se apaixonar e não prever o que pode sumir, o que pode desaparecer. Medo de se roubar para dar a ele, de ser roubada e pedir de volta. Medo de que ele seja um canalha, medo de que seja um poeta, medo de que seja amoroso, medo de que seja um pilantra, incerta do que realmente quer, talvez todos em um único homem, todos um pouco por dia. Medo do imprevisível que foi planejado. Medo de que ele morda os lábios e prove o seu sangue. Você tem medo de oferecer o lado mais fraco do corpo. O corpo mais lado da fraqueza. Medo de que ele seja o homem certo na hora errada, a hora certa para o homem errado. Medo de se ultrapassar e se esperar por anos, até que você antes disso e você depois disso possam se coincidir novamente. Medo de largar o tédio, afinal você e o tédio enfim se entendiam. Medo de que ele inspire a violência da posse, a violência do egoísmo, que não queira repartir ele com mais ninguém, nem com seu passado. Medo de que não queira se repartir com mais ninguém, além dele. Medo de que ele seja melhor do que suas respostas, pior do que as suas dúvidas. Medo de que ele não seja vulgar para escorraçar mas deliciosamente rude para chamar, que ele se vire para não dormir, que ele se acorde ao escutar sua voz. Medo de ser sugada como se fosse pólen, soprada como se fosse brasa, recolhida como se fosse paz. Medo de ser destruída, aniquilada, devastada e não reclamar da beleza das ruínas. Medo de ser antecipada e ficar sem ter o que dizer. Medo de não ser interessante o suficiente para prender sua atenção. Medo da independência dele, de sua algazarra, de sua facilidade em fazer amigas. Medo de que ele não precise de você. Medo de ser uma brincadeira dele quando fala sério ou que banque o sério quando faz uma brincadeira. Medo do cheiro dos travesseiros. Medo do cheiro das roupas. Medo do cheiro nos cabelos. Medo de não respirar sem recuar. Medo de que o medo de entrar no medo seja maior do que o medo de sair do medo. Medo de não ser convincente na cama, persuasiva no silêncio, carente no fôlego. Medo de que a alegria seja apreensão, de que o contentamento seja ansiedade. Medo de não soltar as pernas das pernas dele. Medo de soltar as pernas das pernas dele. Medo de convidá-lo a entrar, medo de deixá-lo ir. Medo da vergonha que vem junto da sinceridade. Medo da perfeição que não interessa. Medo de machucar, ferir, agredir para não ser machucada, ferida, agredida. Medo de estragar a felicidade por não merecê-la. Medo de não mastigar a felicidade por respeito. Medo de passar pela felicidade sem reconhecê-la. Medo do cansaço de parecer inteligente quando não há o que opinar. Medo de interromper o que recém iniciou, de começar o que terminou. Medo de faltar as aulas e mentir como foram. Medo do aniversário sem ele por perto, dos bares e das baladas sem ele por perto, do convívio sem alguém para se mostrar. Medo de enlouquecer sozinha. Não há nada mais triste do que enlouquecer sozinha. Você tem medo de já estar apaixonada.

Fabrício Carpi Nejar, ou Fabricio Carpinejar, como passou a assinar em 1998 (Caxias do Sul, 23 de outubro de 1972) é um poeta e jornalista brasileiro.
Filho dos poetas Carlos Nejar e Maria Carpi, adotou a junção de seus sobrenomes em sua estréia poética, As solas do sol, de 1998. Em 2003 publicou, pela editora Companhia das Letras, a antologia Caixa de sapatos, que lhe conferiu notoriedade nacional.
É mestre em Literatura Brasileira pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Cidissima

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Pais, abduzidos da educação!



Os pais estão sendo tercerizados.
Estão optando por outros meios o seu gerenciamento.
A relação pai/filho está ficando cada vez mais saudosista.
A modernidade tem trazido, diariamente, em todos os aspectos, provas de que o tempo tem sido restrito.
Homens trancafiados em seus escritórios, preocupados com a oscilação da bolsa de valor, não desgrudando do celular, marcando infinitas reuniões.
O corre-corre dos dias tem, entre outras, justificativas para a proteção dos rebentos.
Dá-lhes computador: a criança o dia inteiro no seu quarto, vasculhando as mídias sociais, se expondo, facilitando os contatos duvidosos, roupas de marcas, suprimentos no bolso para eventuais compras mas, a presença física do pai é tolhida.
E a paciência? Esta não existe!
Dá-lhes presentes: estes intermedeiam o diálogo que poderia existir.


 

domingo, 5 de junho de 2011

Moacyr Scliar




O Exército de um Homem Só - Moacyr Scliar



O personagem título é Mayer "Capitão Birobidjan" Guiznburg, um judeu que chegou ainda menino da Rússia. Mayer era marxista e sonhava fundar uma nova Birobidjan (Birobidjan era o nome de uma colônia coletiva de judeus na Rússia), uma utopia socialista. Jovem, era muito rebelde, e deu muitos desgostos ao pai que lhe queria ver rabino. Tinha outros amigos marxistas, incluindo a jovem Léia com quem se casa. Após algum tempo abandona tudo e vai viver na propriedade de um desses amigos, que, como todos a essas alturas, já havia abandonado suas convicções. Em Nova Birobidjan, como ele batiza sua terra, passa a viver para o trabalho acompanhado pelo Companheiro Porco, Companheira Cabra e Companheira Galinha, a última a qual ele não gostava por ser improdutiva, lia Rosa Luxemburgo e dava discursos a homenzinhos que só ele via. Depois de algum tempo aparecem inimigos, quatro vagabundos a quem ataca após ser atacado, e cuja amante coletiva passa a se tornar a segunda cidadã. Mais tarde ela sai de Nova Birobidjan e Mayer volta para casa. Ele se reforma, após algum tempo até mesmo abandona o ateísmo, e passa a trabalhar duro. Troca de ramo para a construção e enriquece, mas complica-se ao se tornar amante da secretária e acaba se divorciando após abandoná-la. Sua companhia fale e ele acaba numa pensão (localizada no terreno de Maykir, sua antiga empresa, que por sua vez se localizava no terreno da Nova Birobidjan), onde tenta reiniciar Nova Birobidjan, mas acaba falhando. Acuado, abandonado, triste, muito ligado a religião e quase sem esperança (os homenzinhos para quem discursava agora já eram só três), o Capitão Birobidjan tem um ataque do coração ao ensaiar uma resistência, mas como descobrimos no começo do livro, ele sobrevive. A história, no entanto, acaba aqui. Contado em terceira pessoa, cada capítulo deste livro nos remete a um ano ou conjunto de anos. O primeiro e último é 1970, mas recua-se logo apara 1928, 1916, 1929, 1930... até voltar-se para 1970, contando sempre com o humor irônico e amargo de Scliar, a saga do Capitão Birobidjan, um louco humanista, Don Quixote do bairro do Bonfim de Porto Alegre, tentando construir uma sociedade melhor e coletivista, apesar de tudo e de todos que se opõe a ele, ridicularizado por todos aqueles a quem chama Companheiro, ele é um exército de um homem só lutando por um mundo mais justo que no final não vale a pena.

Filho de José e Sara Scliar, Moacyr nasceu no Bom Fim, bairro que concentra a comunidade judaica. Alfabetizado pela mãe, professora primária, a partir de 1943 cursou a Escola de Educação e Cultura, daquela cidade, conhecida como Colégio Iídiche. Transferiu-se, em 1948, para o Colégio Nossa Senhora do Rosário (católico).


sábado, 4 de junho de 2011

Não desanimar





Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso
quando um cachorro entrou.
Ele espantou o cachorro,
mas logo o cãozinho voltou.
Novamente ele tentou espantá-lo,
foi quando viu que
o animal trazia um bilhete na boca.
Ele pegou o bilhete e leu:
- Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor.
Assinado... ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia
uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as
salsichas e a perna de carneiro, colocou numa embalagem plástica,
junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era
hora de fechar o açougue, ele
decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua, quando chegou ao
cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão
para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na
boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o
cão parou em uma casa e pôs as compras na calçada.
Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta.
Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.
Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo,
foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando
alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.
O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
"Por Deus do céu, o que você está fazendo?
O seu cão é um gênio!'
A pessoa respondeu:
- 'Um gênio?
Já é a segunda vez nesta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!'

Moral da História:

'Você pode continuar excedendo as
expectativas, mas para os olhos de alguns, você estará sempre
abaixo do esperado'.

Cidissima



sexta-feira, 3 de junho de 2011

Avançar. Sempre!



Você é quem decide.

Permanecer, esperar, retroceder ou prosseguir.

Nos dias de hoje o comodismo não existe.

Buscar novas propostas de viver e ser feliz. Eis a fórmula.

À qualquer momento, dê um basta à mesmice ou à conformação.

A saudade e a tristeza devem ser trocadas por aventuras sadias e nunca provadas.

Abrir novas fronteiras e percorrer seu trajeto. Na certeza de que os sonhos, nunca sejam adiados.

















quinta-feira, 2 de junho de 2011

Uma velhice prematura




Só envelhece aquele que deixa de amar.
Crível esta afirmação!
O tempo é implacável. Deixa marcas explícitas no corpo.
Ninguém está imune às mudanças.
Um fio de cabelo branco, uma ruguinha, um número a mais do manequim ou algumas palavras esquecidas.
Tantos jovens de hoje já envelhecidos pelos exageros internos e externos.
Verdadeiros maratonistas em busca do impermanente.
Se a vida é efêmera, por que não deixar aqui, neste mundo, o melhor de si próprio?
O melhor sempre será tudo aquilo que fortalece:
a amizade, a felicidade, a esperança, o amor, a fé!
Quem tiver este currículo estará apto para continuar vivendo independente de.




terça-feira, 31 de maio de 2011

Como nasce uma alma


Histórias Infantis

No imenso terreiro da fazenda São José, Pedrinho, sentado no velho toco de uma goiabeira que havia sido cortada porque secara com a falta de chuva, ouvia encantado as histórias que sua avó lhe contava. Os olhinhos brilhavam de emoção a cada palavra que saía da boca da vovó Júlia. Finalmente a vovó terminou a história do “Soldadinho de Chumbo”. Foi aí que o menino, muito sério, lançou a pergunta:
- Vovó, como nasce uma alma? A minha professora disse que nós somos corpo e alma.
- Ah, meu filho! Isso ninguém sabe, mas eu penso que é assim: Deus cria um raio de luz e dentro dele coloca uma centelha de sua divindade. O raio de luz vai tomando forma brilhando intensamente.
- Centelha, vovó? Que coisa é isto? – perguntou curioso o menino.
- É uma partícula, uma faísca. – respondeu D. Júlia.
- Assim como a que sai da fogueira de São João? – quis saber Pedrinho.
- Isso mesmo, querido. Depois de colocar uma parte de si no raio de luz, Deus lhe dá uma vestimenta branca como o lírio e a chama de Alma. E como Deus tem muitas moradas, esta alma habitará em alguma delas enquanto aguarda o tempo de ganhar uma “casa humana”. Um corpo. O corpo é a morada onde a alma passará a viver por alguns anos. A alma é imortal e pertence ao Senhor, por isso devemos cuidar bem de sua “casa” evitando drogas, bebidas, fumo e toda espécie de exagero para que a “casa” esteja limpa, saudável, agradável aos olhos de Deus. – concluiu a vovó.
- Então a minha alma está contente, vovó. Eu tomo banho todos os dias, limpo bem as minhas orelhas, não deixo a casa dela suja. – disse o menino rindo ao ver a careta que a avó fez para ele.

Maria Hilda de J. Alão.





sábado, 28 de maio de 2011

Nunca recuar



Espiritual, fisiológica ou mental, as doenças existem!
E como erradicá-las? Através de exercício mental.
Temos o livre arbítrio de conduzir nossos passos, pensamentos e ações.
Sabemos distinguir o certo do errado.
Se decidirmos ter um dia de paz, só nos resta esta via única. Por que mudá-la?
A repetição de circunstâncias condiciona-nos a atos diários, e nada mais generoso e ideal do que praticarmos o bem. Este último tem caráter receptivo.
Portanto, deletemos de nosso vocabulário palavras decrépitas como arrogância, impunidade, omissão, indiferença, violência, fome, consumismo, intolerância, desrespeito.


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Da história retrô à contemporânea


Quando te chamarem de BOM ANFITRIÃO saiba o que estão querendo realmente dizer...
Quem é um bom anfitrião? Na mitologia grega, Anfitrião era marido de Alcmena, a mãe de Hércules.
Enquanto Anfitrião estava na guerra de Tebas, Zeus tomou a sua forma para deitar-se com Alcmena, e Hermes tomou a forma de seu escravo, Sósia, para montar guarda no portão. .
Uma grande confusão foi criada, pois evidentemente Anfitrião duvidou da fidelidade da esposa. No fim, tudo foi esclarecido por Zeus e Anfitrião ficou contente por ser marido de uma escolhida do deus. Daquela noite de amor nasceu o semideus Hércules.
A partir daí, o termo anfitrião passou a ter o sentido de "aquele que recebe em casa".
Nos dicionários da língua portuguesa, anfitrião é um indivíduo que recebe convidados para banquete, festa , ou arca com as suas despesas.

A história é contada assim!!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Adie a limpeza


Não leve a faxina tão a sério.
Pense que a camada de pó vai proteger a madeira que está por baixo dela!
Uma casa só vai virar um lar quando você for capaz de escrever "Eu te amo" sobre os móveis!
Caso você ainda não tenha percebido: a vida é curta. Aproveite-a!
Tire o pó se precisar.......





sábado, 21 de maio de 2011

Um pintor de emoções

Recados Para Orkut

Solto as asas besuntadas pelo mel,
Da abelha sonolenta em produção,
Seu pólen viril me acalenta,
E me seda num repouso de prazer.








Cidissima

quarta-feira, 18 de maio de 2011

São Bernardo de Graciliano Ramos


Com a publicação de São Bernardo (1934), Angústia (1936) e Vidas Secas (1938), Graciliano Ramos tornou-se, na opinião de muitos críticos, o grande ficcionista da década de 30 e um dos maiores de toda a literatura brasileira.

Tal reconhecimento resulta não apenas do fato de ele ter denunciado, de modo mais contundente que outros de sua geração, a miséria e a violência do Nordeste e da realidade brasileira, mas também do fato de ele ter sabido incorporar esse universo, com originalidade, ao próprio estilo de sua narrativa.

A prosa de Graciliano Ramos reproduz algumas qualidades do próprio universo que ele critica, de onde o seu estilo "seco", "rude" e "tenso", onde não parece haver lugar para qualquer frouxidão ou romantismo.
São Bernardo é narrado em primeira pessoa e compõe em tom confessional o retrato de Paulo Honório, um fazendeiro inculto e embrutecido, amargo e solitário que, aos 50 anos e diante de uma vida estagnada, decide escrever sua autobiografia.
Paulo tenta, a princípio, obter a ajuda de amigos que conheçam melhor a arte da escrita, mas o desentendimento quanto ao tom e ao estilo o levam a assumir a narrativa. Sua intenção não é a de compor um elogio ou um retrato favorável a si mesmo, mas a de repassar e entender a própria vida, buscando o sentido de uma existência frustrada, que se revela vazia após o suicídio de sua jovem esposa, Madalena.
De origem humilde, Paulo Honório foi um homem enérgico e empreendedor, que orientou a vida para conquistas, obtidas - como a fazenda "São Bernardo" - muitas vezes com manobras inescrupulosas. Sua trajetória de ascensão social foi a de um lutador que sobreviveu ao sertão e soube se servir de "bons negócios". Foi também como "bom negócio" que ele viu seu casamento com Madalena, professora pobre e idealista, "mulher instruída" capaz de lhe dar um bom herdeiro.

Porém, o espírito benévolo da esposa, sempre solidária com os empregados da fazenda, choca-se frontalmente com os métodos brutais do marido, que chega a suspeitá-la de "comunista", "subversiva" e "adúltera". O filho que tem recebe por fim o desamor do pai.

Mais do que uma obra de denúncia social, São Bernardo é um grande romance sobre a dúvida e o ciúme, que se filia diretamente ao Dom Casmurro de Machado de Assis. Assim, deve-se ler a ruína da relação de Paulo Honório e Madalena tendo-se em mente Bentinho e Capitu. É na aproximação com a obra do mestre que se avalia melhor o gênio e os limites de Graciliano.

São Bernardo é certamente um grande romance, mas peca por possuir um narrador pouco verossímil: a consciência limitada e angustiada de Paulo Honório, que busca em vão compreender o seu drama com Madalena, não se casa bem com a escrita culta e refinada de Ramos.

GRACILIANO RAMOS nasceu em Quebrangulo, Alagoas, em 27 de outubro de 1892.



















terça-feira, 17 de maio de 2011

O sol brilha mais além

recados orkut

Mas os que esperam no Senhor renovam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam.
Isaías 40:31 .

Quem não crê
Quem não ama
Quem desiste
Quem não pode

Seja infinitamente caridoso
Atenda um chamado de ajuda
Arquive somente alegrias
Agradeça pelos benefícios da natureza
Não destruas aquilo que conseguistes, não dê oportunidade de roubarem as suas conquistas.
Por mais que a concorrência obscureça seus objetivos, não esmoreça, fale, ensine, compartilhe, pois o seu projeto será expandido para outras pessoas com as mesmas condições.

Insista em crescer.
Ultrapasse limites.
Mostre-se valente até chegar ao pico.
Coloque em prática aquilo que ousaste fazer.
Atinja voos mirabolantes
Certifique-se dos seus limites
Haja como se fosse um iniciante
Acredite que sua dimensão é infinita
Inicia como se fosse um aprendiz
Porque quem sempre voa, tem mais chances de atingir o céu.
Seja um discípulo do seu Senhor!


Cidissima

domingo, 15 de maio de 2011

Damasco - Fruta Saudável




O damasco (ou abricó) é uma fruta de origem chinesa e siberiana, pertence à família da ameixa, da cereja e do pêssego. O damasqueiro pode atingir cerca de nove metros de altura e suas folhas são largas e arredondadas. É produzido em várias partes do mundo (da Turquia à Ásia Central), e com muitas variedades: damascos brancos, cinzas, pretos e "pink"; pequenos como ervilhas e grandes como pêras, de sabores variados. No Brasil, apesar do cultivo em escala comercial ser praticamente inexistente, é possível encontrar o fruto fresco.
A fruta é pequena, arredondada, com casca e polpas amarelas, podendo ser pouco alaranjadas ou rosadas. Rica em fibras, pouco calórica e fonte de nutrientes. O betacaroteno (produtor da vitamina A), os carboidratos, o cálcio, o fósforo e a vitamina C se destacam, mas também possui vitaminas B1, B2, niacina e ferro. A semente do damasco é utilizada na produção de óleos ricos em ácidos oléico e linoléico, e vitaminas A e C.
Graças aos seus nutrientes, o damasco é um excelente antioxidante, deixando os cabelos, a pele e as unhas mais saudáveis. É importante também para manter a saúde da visão e dos ossos, para o sistema imunológico e produção de energia. Tem propriedades calmantes, digestivas e diuréticas.
Quando comprar o fruto fresco observe se a casca está brilhante, sem machucados ou marcas de insetos. A polpa tem de ser firme, cedendo levemente à pressão dos dedos. Pode ser conservado sob refrigeração por 2 ou 3 dias em um recipiente fechado para que a umidade seja controlada.
O consumo de damasco fresco não é muito popular em nosso país, sendo mais comum a aquisição do fruto seco ou como licores, geléias e sucos. O fruto seco é muito utilizado na produção de pavês, cremes, sorvetes, recheios e charlottes.
Os frutos secos têm maior concentração de nutrientes e, consequentemente, de calorias. Mas isso não é problema quando o consumo é moderado.
Composição nutricional do damasco:

Damasco fresco:

Quantidade Energia(kcal) Carb.(g) Lip.(g) Prot.(g) Fibras(g) Vit.A(mcg) Vit.C(mg) Cálcio(mg) Fósforo(mg)
100g 57 13,8 0,6 0,8 1,1 230 10 30 32
1 unidade (33g) 19 4,6 0,2 0,3 0,4 77 3,33 10 10,7

Damasco seco:

Quantidade Energia(kcal) Carb.(g) Lip.(g) Prot.(g) Fibras(g) Vit.A(mcg) Ferro(mg) Potássio(mg)
100g 238,0 61,8 0,46 3,66 7,8 724 4,71 1378
1 unidade (25g) 60,0 15,5 0,1 0,92 1,9 181,0 1,2 344,5






sexta-feira, 13 de maio de 2011

Boa Noite!

Frases para Orkut


Meu Pai,
agora que as vozes silenciaram
e os clamores se apagaram,
aqui ao pé da cama
minha alma se eleva a Ti para dizer:
creio em Ti, espero em Ti,
amo-te com todas as minhas forças.
Glória a Ti, Senhor!
Deponho em tuas mãos a fadiga e a luta,
as alegrias e desencantos deste dia
que ficou para trás.
Se os nervos me traíram,
se os impulsos egoístas me dominaram
e dei lugar ao rancor e à tristeza,
perdão, Senhor! Tem piedade de mim!
esta noite não quero me entregar ao sono
sem sentir sobre a minha alma
a segurança da tua misericórdia,
tua doce misericórdia
inteiramente gratuita, Senhor.
Em teu nome, Senhor,
descansarei tranquilo(a)!
Assim seja!


Cidissima

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Dia Internacional da Enfermagem - 12 de maio



A enfermagem surgiu por instinto de sobrevivência, quem tinha o dom procurava aprender, como as mulheres tinham a função de cuidar da família, foram elas que iniciaram as práticas.

Com o passar do tempo essa profissão foi vista como sinal de poder, então os homens começaram as práticas e se apoderaram.

Nos primórdios a saúde era cuidada pelos sacerdotes dos templos que se transformaram em escolas, onde se ensinava o básico que se sabia.

Mais a frente surgiram as escolas específicas no sul da Itália e na Sicília que foram se propagando.

A prática com a saúde passou a ser com base em experiências, conhecimentos, na observação de reações a cada doença e seus remédios.

Surge a fase hipocrática com base na observação, com isso Hipócrates foi considerado o "Pai da Medicina".

Na época medievaL a enfermagem aparece ainda como uma prática leiga.

Na época renascentista a enfermagem não era atrativa para as mulheres de nível elevado, pois os hospitais eram depósitos de doentes, onde independente do sexo ou idade todos ficavam no mesmo local.

Com o capitalismo, foi dada mais importância à enfermagem, considerando-a como uma atividade profissional institucionalizada.

Os ricos eram tratados em casa, enquanto que os pobre serviam de "cobaias" em benefícios dos ricos.

A enfermagem passa a ter maior atuação quando Florence Nightingale nascida na Itália e filha de ingleses é convidada pelo Ministro da Guerra da Inglaterra para trabalhar junto aos soldados feridos na Guerra da Criméia onde os soldados se encontravam em abandono e a mortalidade era de 40%.

Florence e mais 38 voluntárias foram para trabalhar, com a sua ação a mortalidade caiu de 40% para 2% e foi chamada pelos soldados de "anjo da guarda" e ficou conhecida como " Dama da Lâmpada" ( eis o símbolo da enfermagem), pois à noite com a lanterna na mão saía percorrendo as enfermarias atendendo os doentes.

Recebeu um prêmio do governo inglês, o que mudou o destino da enfermagem foi a Escola de Enfermagem sob o seu comando em 1959.

Esta escola tinha disciplina rigorosa, do tipo militar, com exigências de qualidades morais.

O curso tinha 1 ano de duração com aulas diárias com médicos que era a única pessoa qualificada para ensinar, e era ele que decidia quais funções iria colocar nas mãos das enfermeiras.

Apesar de na época não se dar a devida importância a profissão, a mesma se propagou pelo mundo a partir da Inglaterra.

Nos Estados Unidos a primeira escola foi fundada em 1873.

E já em 1877 as enfermeiras diplomadas prestavam serviços à domicílio em Nova Yorque.

"A Enfermagem é uma arte e para realizá-la como arte, requer uma devoção tão exclusiva, um preparo tão rigoroso, quanto a obra de qualquer pintor ou escultor; pois o que é tratar da tela morta ou do frio mármore comparado ao tratar do corpo vivo, o templo do espírito de Deus? É uma das artes; poder-se-ia dizer, a mais bela das artes!"

Florence Nightingale

Cidissima

terça-feira, 10 de maio de 2011

Os tempos mudaram


Psicologia 1959 X 2011


Cenário 01 - João não fica quieto na sala de aula. Interrompe e perturba os colegas.

1959: É mandado à sala da diretoria, fica parado esperando uma hora. Vem o diretor, dá-lhe uma bronca descomunal e volta tranquilo à classe.

2011: É mandado ao Departamento de Psiquiatria, diagnosticam-no como hiperativo, com transtornos de ansiedade e déficit de atenção. O psiquiatra receita-lhe Rivotril. Transforma-se num Zumbi. Os pais reivindicam uma subvenção por ter um filho incapaz.

Cenário 02 - Luis quebra o farol de um carro no seu bairro.

1959: Seu pai tira a cinta e aplica-lhe umas sonoras bordoadas no traseiro. Não passa pela cabeça de Luis fazer outra traquinagem, cresce normalmente, vai à Universidade e se transforma num profissional de sucesso.

2011: Prendem o pai de Luis por maus tratos. É recluso por 5 anos e, por 15 anos deve abster-se de ver seu filho. Sem o guia de uma figura paterna, Luis volta-se para a droga, muda de comportamento e fica preso num presídio especial para adolescentes.

Cenário 03 - José cai enquanto corria no pátio do colégio, machuca o joelho. Sua professora Maria, o encontra chorando e o abraça para confortá-lo.

1959: Rapidamente, João se sente melhor e continua brincando.

2011: A professora Maria é acusada de abuso sexual, condenada a três anos de reclusão. José passa cinco anos de terapia em terapia. Seus pais processam o colégio por negligência e a professora por danos psicológicos. Os pais ganham os dois processos. Maria renuncia à docência, entra em aguda depressão e se suicida.


Cenário 04 - Disciplina escolar

1959: Muita bagunça na classe. O professor dava uma boa "bronca" e encaminhava para a direção. Chegando em casa, o pai castigava sem piedade.

2011: Fazem bagunça na classe. O professor pede desculpas por repreendê-los e fica com a culpa por fazê-lo. O pai vai até o colégio se queixar do docente e para consolar seu filho, compra-lhe uma moto.

Cenário 05 - Horário de Verão.

1959: Chega o dia da mudança de horário de verão. Não acontece nada.

2011: Chega o dia da mudança de horário de verão. O filho sofre transtornos de sono, depressão, falta de apetite, nas mulheres aparecem celulites.

Cenário 06 - Fim das férias.

1959: Depois de passar férias com toda a família enfiada num Gordini, após 15 dias de sol na praia, hora de voltar. No dia seguinte trabalha-se e tudo bem.

2011: Depois de voltar da Europa, numa ótima viagem, terminam as férias e o filho sofre de síndrome do abandono, pânico e seborréia.

Pergunta-se:

QUANDO FOI QUE OS PAIS TRANSFORMAM-SE NESSE BANDO DE FROUXOS?

Cidissima