quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Desabafos de um natal


 


Dezembro já está em pleno exercício


 


JÁ FAZ MUITO TEMPO QUE O NATAL PERDEU SUA CARACTERÍSTICA ORIGINAL.


AS PREOCUPAÇÕES PARA O DIA SÃO OBSERVADAS APENAS DO LADO MATERIAL.


O ESPÍRITO NATALINO SENSÍVEL AOS OLHOS DO MENINO DEUS, TRANSFORMOU-SE EM UM VERDADEIRO SHOPPING DE VENDAS.


AS CORRERIAS PARA AS COMPRAS, O TROCA-TROCA DE PRESENTES, AS MESAS SUNTUOSAS E FARTAS, AS BEBIDAS DE TODA ESPÉCIE, A GULA RODEANDO E ENCARNANDO VERDADEIROS VORAZES CARNAIS, UM EXARCEBADO DESCONTROLE DE EMOÇÕES, ABSURDOS E EUFORIA EXTRAPOLADOS PELA INCONSEQUÊNCIA DE PESSOAS IMATURAS, IRRESPONSÁVEIS, DESUMANAS, ATORMENTADAS PELA AUSÊNCIA DE AMOR FRATERNAL E SIMBÓLICO.


A UNIÃO ENTRE FAMÍLIAS E AMIGOS TEM A DURAÇÃO, EXATAMENTE, DE ALGUMAS HORAS, POIS PASSADO ESTE TEMPO, OS PROBLEMAS CONTINUAM, A SOLIDÃO CAMPEIA, E  DIAS APÓS, HÁ UMA CORRIDA FRENÉTICA PARA SALDAR AS PRESTAÇÕES ADQUIRIDAS.


 


REFLEXO CONDICIONADO DE UMA ILUSÃO!


Cidissima


 


 


 


 


 


 


terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A origem do leque


Leque é um objeto de uso pessoal usado para abrandar o calor. Foi muito usado pelas elites européias, no período de 1670 a 1930, como um forte símbolo de luxo e elegância. Vários são os autores que situam o surgimento do leque quase ao mesmo tempo do surgimento do homem, e muitos são os mitos e lendas que tratam de sua origem, assim como diferentes povos se dizem responsáveis pela criação desse acessório. Dizem que Cupido, o deus do amor, inebriado pela beleza de sua amada Psique furtou uma asa de Zéfiro, o deus do vento para refrescar sua amada enquanto dormia. A versão chinesa atribui a Kan-Si, filha de um poderoso mandarim, a criação do leque, uma vez que, não mais suportando o calor durante um baile de mascaras, e não podendo expor seu rosto aos olhares indesejáveis, dele se serviu para abanar-se, tendo logo seu gesto imitado por outras damas do baile. As principais civilizações desde a Antiguidade fizeram uso dele, como o Egito, Assíria, Pérsia, Índia, China, Grécia e Roma, tendo ele sido utilizado como símbolo de poder em sua essência.As ventarolas foram as primeiras a chegarem na Europa durante os séculos XII e XIII provenientes do Oriente através das Cruzadas. Porém foi apenas no século XVI, quando os portugueses trouxeram os primeiros exemplares, de eixo, das suas colônias da Ásia, que iniciou-se de fato a moda de seu uso na Europa. Sendo assim nos séculos XVII, XVIII e XIX tornaram-se um complemento indispensável à vaidade feminina, invadindo salões e despertando paixões.


Fabricados de diferente materiais e técnicas como o marfim, a madrepérola, o charão, a tartaruga, as madeiras perfumadas, as plumas, os tecidos e os papeis pintados em litografia aquarelada ou tempera. Com cenas de gênero galantes, mitológicas, campestres ou orientais, muitas vezes retratando momentos históricos. Dentre tantas variações temos os comemorativos, de penas, plumas, com rendas, com tecido, tipo “baralho”, “mandarim”, com papel e as ventarolas.


Cidissima


sábado, 28 de novembro de 2009

Haicais

 


        Oftalmologista

    encontra a amada.

Menina de seus olhos.

 

Haicai de Saulo Mendonça, poeta paraibano. 

Cidissima

 

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

A arte de envelhecer


Pergunta o médico.


 


- Sr. Zé, o senhor está em muito boa forma para 40 anos.


- E eu disse ter 40 anos ?


- Quantos anos o senhor tem ?


- Fiz 57 em Maio que passou.


- Não diga ! E quantos anos tinha seu pai quando morreu ?


- E eu disse que meu pai morreu ?


- Oh, desculpe ! Quantos anos tem seu pai ?


- O velho tem 81.


- 81? Que bom ! E quantos anos tinha seu avô quando morreu ?


- E eu disse que ele morreu ?


- Sinto muito. E quantos anos ele tem ?


- 103, e ainda anda de bicicleta.


- Fico feliz em saber. E seu bisavô ? Morreu de quê ?


- E eu disse que ele tinha morrido ? Ele está com 124 e vai casar na semana que vem.


- Agora já é demais ! - Diz o médico revoltado.


- Por que um homem de 124 anos iria querer casar ?


- E eu disse que ele QUERIA se casar ? Queria nada; ele engravidou a moça !..

Cidissima

 


segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Os benefícios da vitamina A




 




Vitamina A


Essa vitamina combate os radicais livres, reforça a imunidade e ainda ajuda a proteger a visão.  Já a carência desse nutriente pode provocar descamação na pele e cegueira noturna, que é a dificuldade de enxergar em locais pouco iluminados.


Onde encontrá-la: 


Melão


Espinafre


Cenoura


Cidissima



quinta-feira, 12 de novembro de 2009

O sabor da fé!


"Mas eu confio em ti, ó Senhor; e digo: Tu és o meu Deus"

Um poeta e um artista examinavam, juntos, uma pintura de
Poussin, retratando a cura dos dois cegos de Jericó. O
artista perguntou: "O que lhe parece a coisa mais notável
nesta pintura?" O poeta respondeu: "Tudo na pintura é
excelente. A forma dada a Cristo, as pessoas agrupadas, a
expressão dos rostos, tudo".. O artista pareceu achar o toque
mais importante em outro lugar. Apontando para os degraus de
uma casa no canto da tela, ele disse: "Você vê uma bengala
descartada ali?" "Sim, mas o que isso significa?" "Meu
amigo, um cego estava sentado naqueles degraus, com a
bengala na mão.. Mas quando ele ouviu que Cristo se
aproximava, estava tão certo que seria curado que ele deixa
sua bengala jogada lá, pois, cria que não precisaria mais
dela. Ele apressou-se em direção ao Senhor como se já
pudesse ver."

Cidissima


 

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Um amor maior


Durante a segunda guerra mundial, um orfanato de missionários, numa aldeia vietnamita, foi atingido por várias bombas.

Os missionários e duas crianças morreram na hora e muitas ficaram feridas, inclusive uma menina de 8 anos.

Através do rádio de uma aldeia vizinha, os habitantes buscaram socorro dos americanos. Um médico da marinha e uma enfermeira chegaram trazendo apenas maletas de primeiros socorros.

Perceberam logo que o caso mais grave era o da menina. Se não fossem tomadas providências imediatas ela morreria por perda de sangue. Era urgente que se fizesse uma transfusão.

Saíram a procura de um doador com o mesmo tipo sangüíneo. Os americanos não tinham aquele tipo de sangue, mas muitos órfãos que não tinham sido feridos poderiam ser doadores.

O problema agora, era como pedir às crianças, já que o médico conhecia apenas algumas palavras em vietnamita e a enfermeira tinha poucas noções de francês.

Usando uma mistura das duas línguas e muita gesticulação, tentaram explicar aos assustados meninos que, se não recolocassem o sangue perdido, a menina morreria.

Então perguntaram se alguém queria doar sangue. A resposta foi um silêncio de olhos arregalados.

Finalmente uma mão levantou-se timidamente, deixou-se cair e levantou de novo.

Ah, obrigada - disse a enfermeira em francês.. Como é o seu nome?

O garoto respondeu em voz baixa: Heng.

Deitaram Heng rapidamente na maca, esfregaram álcool em seu braço e espetaram a agulha na veia.

Durante esses procedimentos, Heng ficou calado e imóvel.

Passado um momento, deixou escapar um soluço e cobriu depressa o rosto com a mão livre.

Está doendo Heng? - perguntou o médico. Heng abanou a cabeça, mas daí a pouco escapou outro soluço e mais uma vez tentou disfarçar. O médico tornou a perguntar se doía, e ele abanou a cabeça outra vez, significando que não.

Mas os soluços ocasionais acabaram virando um choro declarado, silencioso, os olhos apertados, o punho na boca para estancar os soluços.

O médico e a enfermeira ficaram preocupados. Alguma coisa obviamente estava acontecendo.

Nesse instante, chegou uma enfermeira vietnamita, enviada para ajudar. Vendo a aflição do menino, falou com ele, ouviu a resposta, e tornou a falar com voz terna, acalmando-o.

Heng parou de chorar e olhou surpreso para a enfermeira vietnamita. Ela confirmou com a cabeça e uma expressão de alívio estampou-se no rosto do menino.

Então ela disse aos americanos:

Ele achou que estava morrendo. Entendeu que vocês pediram para dar
todo o sangue dele para a menina poder viver.

E por que ele concordou? Perguntou o médico.

A enfermeira vietnamita repetiu a pergunta, e Heng respondeu simplesmente:

"Ela é minha amiga."


Cidissima


sábado, 7 de novembro de 2009

Desejar intensamente, porém......


A ambição é algo nocivo ao espírito humano, alimentar o ego é sua perdição.


É gratificante às pessoas subirem os degraus do sucesso com seus próprios valores, fazendo deles um real crescimento seja espiritual, social, emocional.


A vontade e a força para adquirirem seus objetivos não os classificam como uma ambição, e sim como um propósito positivo para o seu despontamento.


Mas à partir do momento em que a moeda desviadora dos bons princípios (ambição) começa a trabalhar, estimulando interesses, contabilizando créditos, despertando a vaidade, se aliando com a futilidade de comportamento, numa desvairada necessidade de se autoengrandecer, aí começa a derrocada total: homens estéreis à evolução cósmica.

Cidissima

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Duas mulheres


 

Ana e Maria



Maria foi à igreja num domingo de manhã. Estremeceu quando percebeu que a pianista tinha errado uma nota na introdução da música. Observou que uma adolescente conversava no momento em que todos deviam estar a orar.

Também não pode deixar de notar que várias flores colocadas ao redor do púlpito estavam murchas e as suas folhas caídas. Achou que o diácono estava a olhar para o dinheiro que as pessoas colocavam na caixa da coleta, o que a deixou zangada. Além disso, reparou que o pastor durante a pregação cometeu, pelo menos, cinco erros gramaticais. Enquanto saía do templo pelo corredor lateral, depois do coro de encerramento, ela pensava:

- Que gente desatenta!

Ana foi à igreja num domingo de manhã e ficou emocionada ao ouvir a música de abertura. Ouviu uma adolescente ler o trecho bíblico da escola dominical, e isso a deixou contente. Sentiu-se animada quando foi recolhida uma oferta para a missão em Angola. Através da pregação, recebeu a resposta para uma pergunta que a atormentava há algum tempo. Ficou radiante ao cantar o último coro. Saiu da igreja a pensar:

- Que bom ter estado aqui!

Ana e Maria foram à mesma igreja, no mesmo domingo de manhã.

A beleza está nos olhos de quem a vê!


Cida


terça-feira, 3 de novembro de 2009

Conduta


Uma mulher acordou uma manhã, olhou no espelho
e percebeu que tinha somente três fios de cabelo na cabeça.
Bom, ela disse, acho que vou trançar meus cabelos hoje.
Assim ela fez e teve um dia
maravilhoso
.

No dia seguinte, ela acordou, olhou no espelho
e viu que tinha somente dois fios de cabelo na cabeça.
Humm, ela disse, acho que vou partir meu cabelo no meio hoje.
Assim ela fez e teve um dia magnífico.

No dia seguinte, ela acordou, olhou no espelho
e percebeu que tinha apenas um fio de cabelo na cabeça.

Bem, ela disse, hoje vou amarrar meu cabelo como um rabo de cavalo.
Assim ela fez e teve um dia divertido.

No dia seguinte, ela acordou, olhou no espelho
e percebeu que não havia um único fio de cabelo na cabeça.
Yeaa! ela exclamou, não tenho que pentear meu cabelo hoje!

"Seja mais humano e
agradável
com as pessoas do que parece necessário.
Cada uma das pessoas com quem você convive está travando algum tipo de batalha.
Viva com simplicidade.
Ame generosamente.
Cuide intensamente.
Fale com gentileza.
E deixe o restante com
Deus
."

Cidissima

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Finados


Oh, pedaço de mim
Oh, metade afastada de mim
Leva o teu olhar
Que a saudade é o pior tormento
É pior do que o esquecimento
É pior do que se entrevar

Cidissima


sábado, 31 de outubro de 2009

Halloween




O Halloween é uma festa comemorativa celebrada todo ano no dia 31 de outubro, véspera do dia de Todos os Santos. Ela é realizada em grande parte dos países ocidentais, porém é mais representativa nos Estados Unidos. Neste país, levada pelos imigrantes irlandeses, ela chegou em meados do século XIX.


História do Dia das Bruxas

A história desta data comemorativa tem mais de 2500 anos. Surgiu entre o povo celta, que acreditavam que no último dia do verão (31 de outubro), os espíritos saiam dos cemitérios para tomar posse dos corpos dos vivos. Para assustar estes fantasmas, os celtas colocavam, nas casas, objetos assustadores como, por exemplo, caveiras, ossos decorados, abóboras enfeitadas entre outros.
Por ser uma festa pagã foi condenada na Europa durante a Idade Média, quando passou a ser chamada de Dia das Bruxas. Aqueles que comemoravam esta data eram perseguidos e condenados à fogueira pela Inquisição.
Com o objetivo de diminuir as influências pagãs na Europa Medieval, a Igreja cristianizou a festa, criando o Dia de Finados (2 de novembro).


a abóbora: simboliza a fertilidade e a sabedoria


a vela: indica os caminhos para os espíritos do outro plano astral.


o caldeirão: fazia parte da cultura - como mandaria a tradição. Dentro dele, os convidados devem atirar moedas e mensagens escritas com pedidos dirigidos aos espíritos.


a vassoura: simboliza o poder feminino que pode efetuar a limpeza da eletricidade negativa. Equivocadamente, pensa-se que ela servia para transporte das bruxas.


as moedas: devem ser recolhidas no final da festa para serem doadas aos necessitados.


os bilhetes com os pedidos, devem ser incinerados para que os pedidos sejam mais rapidamente atendidos, pois se elevarão através da fumaça.


a aranha - simboliza o destino e o fio que tecem suas teias, o meio, o suporte para seguir em frente.


o morcego - simbolizam a clarividência, pois que vêem além das formas e das aparências, sem necessidades da visão ocular. Captam os campos magnéticos pela força da própria energia e sensibilidade.


o sapo - está ligado à simbologia do poder da sabedoria feminina, símbolo lunar e atributo dos mortos e de magia feminina.


gato preto - símbolo da capacidade de meditação e recolhimento espiritual, autoconfiança, independência e liberdade. Plena harmonia com o Unirverso.


Cidissima


 


 


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

O valor do trabalho



O Brasil, este país de malandros e espertos, da vantagem em tudo, tem muito que aprender com os japoneses. Porque eles  trabalharam de sol a sol e construíram, em menos de 50 anos, a 2ª maior megapotência do planeta. Enquanto nós, os espertos, construímos uma das maiores impotências do trabalho. Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam. Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundos que os acomodados não conhecerão. E isso se chama sucesso. 

Cidissima

 


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Uma preocupação supérflua

 


Não te preocupes com a tua imagem. Ela é apenas um

esboço. O que mais importa é a delimitação que    ela

atinge: participação, generosidade, coleguismo,   renún

cia, coerência, fé e muito amor.

Cidissima

 

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Como uma profilaxia



O desespero é uma doença. E um povo desesperado, lesado por dificuldades enormes, pode enlouquecer, como qualquer indivíduo. Ele pode perder o seu próprio discernimento. Isso é lamentável, mas pode-se dizer que tudo decorre da ausência de educação, principalmente de formação religiosa.


Cidissima


domingo, 25 de outubro de 2009

Uma evolução sem- limites



Estamos construindo super-homens e supermulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados.


Cidissima


 



quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Ainda dá tempo para refletir


Senhor!


 


Enquanto vibram as emoções festivas e muitos homens se banqueteiam, evocando aquele Natal que Te trouxe à Terra, recolhemo-nos em silêncio para orar.


 


Há tanta dor no mundo Senhor!


 


Os canhões calam os seus troares, momentaneamente, as bombas destruidoras cessam de cair por alguns instantes, nos países em guerra, enquanto nós oramos


 


Pelos que mercantilizam vidas, fomentando conflitos e beligerâncias outras; pelos que escorcham as populações esfaimadas sob leis impiedosas e escravizantes;


Pelos que se comprazem, como se fossem abutres em forma humana, com a renda nefanda das casas do comércio carnal; pêlos que exploram os vícios e acumulam usuras com o fruto da alucinação de obsidiados ignorantes da própria enfermidade;


Pelos que malsinam moçoilas e rapagotes inexperientes, deslumbrados com o fastígio mentiroso da ilusão; pelos que difundem a literatura perversa e favorecem a divulgação da criminalidade;


Pelos que fazem enlouquecer, através dos processos escusos, decorrentes da cultura que perverte mentes e corações;


Pelos que se locupletam com as moedas adquiridas mediante o infanticídio hediondo;


Pelos que dormem para a dignidade e sorriem nos pesadelos do torpor moral, que os invadem! Senhor!


 


Diante das crianças tristonhas e dos velhinhos estropiados, dos enfermos ao abandono e dos atormentados à margem da sociedade, lembramo-nos de rogar por todos eles, mas não nos esquecemos de Te suplicar pelos causadores da miséria e do infortúnio.


 


"Não sabem o que fazem!" - perdoa-os Senhor!


 


Neste Natal, evocando o momento em que as Altas Esferas seguiram contigo à Terra, até o singelo recinto de animais, para o Teu mergulho na névoa dos homens, espace, novamente, misericórdia e esperança para todos, a fim de que o Ano Novo seja, para sofredores e responsáveis pelo sofrimento, a antemanhã da Era do Espírito Imortal de que Te fizeste paradigma após o martírio da Cruz.


Cidissima


 


 


quarta-feira, 21 de outubro de 2009

A decisão nas nossas mãos



Se você não decide ser feliz, ninguém poderá fazê-lo feliz.


Não culpe Deus por isto!


E se decide ser feliz, ninguém poderá fazê-lo infeliz... Somos nós que fazemos da vida o que ela é.


Cidissima


domingo, 18 de outubro de 2009

Como ele tratava as flores



O jardineiro conversava com as flores, e elas se habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou porque os girassóis são orgulhosos de natureza.

Em vâo o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as outras flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na ocasião devida.

O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira de trabalho.

Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que não se conformava com a ausência do homem. "Você o tratava mal, agora está arrependido?" "Não", respondeu "estou triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira de amar, ele sabia disso e gostava".


Cidissima


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Somos fortes


A provação vem, não só para testar o nosso valor,                    mas para aumentá-lo; o carvalho não é apenas testado,               mas enrijecido pelas tempestades.

Cidissima

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Ser feliz


Parece-me que o sorriso, e só ele, faz aquilo que chamamos a beleza de um rosto.

Cidissima

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

A pluralidade de um calendário


Outubro, criança, presente.

Um está para o outro; São equivalentes, têm representatividade.

Cidissima

 

 

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Sempre aprendendo



Não importa quais facetas marcaram mais sua vida, importa sim, com aquela que você tenha usado mais para aprender.


Todas foram lições de vida, todas foram um aprendizado maior.


E é naquela tão especial, que  como numa revolução da alma, você tenha acordado para viver.


Cidissima



segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Uma visão de fé


Para tudo há um tempo, e um tempo para cada propósito sob os céus... um tempo de manter o silêncio, e um tempo de falar."


Cidissima


domingo, 4 de outubro de 2009

O homem e suas mutações





Primeiro foi necessário civilizar o homem em relação ao próprio homem. Agora é necessário civilizar o homem em relação à natureza e aos animais.


Cidissima